quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Pessoas pelo Clima: famílias processam a UE

O Tribunal Geral da UE aceitou formalmente o processo “Pessoas pelo Clima”, uma ação em que famílias estão a levar a União Europeia a tribunal devido às políticas no âmbito das alterações climáticas.


«Em maio de 2018, 10 famílias de 7 países (Portugal, Alemanha, França, Itália, Roménia, Quénia e Fiji) e a Associação Juvenil Sáminuorra (Suécia) apresentaram uma ação legal no Tribunal Geral da União Europeia (UE) contra o Parlamento e o Conselho Europeus, por considerarem que a UE não está a fazer tudo o que está ao seu alcance para combater as alterações climáticas e proteger os seus direitos fundamentais dos efeitos adversos das alterações climáticas que estão já a sentir.

Esta foi uma iniciativa inédita de cidadãos que apelaram para uma maior ambição na meta de redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) até 2030, a assumir pela UE como um todo, para cumprir o Acordo de Paris. Consideram que a atual meta de redução de, pelo menos 40%, até 2030, é inadequada em relação à necessidade real de prevenir os efeitos das alterações climáticas.

O Tribunal Geral da UE aceitou formalmente o caso e é publicado hoje no Jornal Oficial da UE , pelo que este é um primeiro passo importante no processo “Pessoas pelo Clima”. O Parlamento e o Conselho Europeus são os alvos desta ação e deverão apresentar a sua defesa nos próximos dois meses.

Esta notícia surge num momento em que a maioria dos europeus ainda está a sofrer os impactos adversos de ondas de calor, secas e incêndios florestais, eventos climáticos extremos que os cientistas relacionam com as alterações climáticas e que estão a atingir as famílias envolvidas neste caso.»

Fonte: ZERO - Associação Sistema Terrestre Sustentável, comunicado de 13/8/2018

O que pode fazer?


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

8 setembro: Marcha Mundial do Clima 2018

«A verdadeira liderança climática emerge das bases.

A mudança começa conosco — faça parte do movimento que está acabando com a era dos combustíveis fósseis e construindo um mundo com 100% de energia limpa, livre e renovável para todos.

Nas ruas, nas praças e em prédios públicos em todo o mundo, as pessoas vão se unir para exigir que os políticos apoiem suas comunidades, bairros e cidades, e entreguem mais do que apenas palavras.

Encontre um evento perto de você »


Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!

No dia 8 de setembro, vamos juntar-nos à mobilização internacional “Rise for Climate” para exigir um mundo livre dos combustíveis fósseis, em que as pessoas e a justiça social estejam acima dos lucros.

A verdadeira liderança climática nasce a partir das bases. Isto significa ver o poder nas mãos das pessoas, em vez das corporações; significa uma vida melhor para quem trabalha e justiça para as populações mais afetadas pelos impactos das alterações climáticas e pelas atividades das petrolíferas.

Vamos marchar para exigir:
– uma transição justa e rápida para as energias renováveis;
– zero infraestruturas de combustíveis fósseis novas: nem em Aljezur, nem em Aljubarrota, nem em lugar nenhum.

  • LISBOA: Cais do Sodré, 17h00
  • PORTO: Praça da Liberdade, 17h00
  • FARO: Praia de Faro, 17h00

Fonte e mais informações: www.salvaroclima.pt 


domingo, 5 de agosto de 2018

Tanto plástico nos oceanos

5 biliões de partículas de plástico flutuam nos oceanos, correspondendo a cerca de 270 mil toneladas.  Mais propriamente, são cerca de 5.250.000.000.000 partículas, das quais cerca de 93% têm dimensões inferiores a 5 milímetros.  Em termos de peso, são cerca de 268 940 toneladas de plástico, das quais 13% têm dimensões inferiores a 5 mm milímetros.

Os giros, as chamadas "ilhas" de plástico nos oceanos, 2 no Pacífico, 2 no Atlãntico e 1 no Índico  são cada vez maiores, e no Mediterrâneo, a situação consegue ainda ser pior!

«Os giros são sistemas de correntes circulares criados pelos ventos e pela rotação da Terra, que absorvem os detritos à volta e os colocam no centro da sepiral". .. O que se forma nos oceanos é uma espécie de "névoa" de fragmentos, alguns microscópicos, que desafiam qualquer esforço d limpeza. Essas névoas, de tal forma dispersas, não são visíveis por satélite, muito menos é possível pisálas como a uma ilha»

Fonte: artigo "Há mar e mar", texto de João Diogo Correia e infografias de Carlos Esteves (como a imagem a seguir), Revista do Expresso de 4/8/2018

(fonte: artigo "Há mar e mar", Expresso de 4/8/2018)

Sobre os efeitos nocivos e brutais que este plástico tem nos ecossistemas marinhos, ou muito deste plástico acaba sendo ingerido pelos próprios humanos não vou falar agora.

Sobre as quantidades brutais, vale a pena ler o artigo da Revista do Expresso "Há mar e mar" de João Diogo Correia com infografias de Carlos Esteves (como a imagem acima), rubrica Fisga,  e ver com atenção as imagens e infografias que aqui ficam. Noutras ocasiões falamos de impactos.



Produção global, uso e destino de resinas de polímeros, fibras sintéticas e aditivos (1950 a 2015; em milhões de toneladas)


(gráfico F2 obtido no artigo de Roland Geye e outros, 2017: "Production, use, and fate of all plastics ever made"")


Produção cumulativa de plástico em milhões de toneladas, plástico descartado, incinerado e reciclado, desde 1950 e estimativas até 2050 

(gráfico F3 obtido no artigo de Roland Geye e outros, 2017: "Production, use, and fate of all plastics ever made")


Entrada de resíduos de plástico no oceano em 2010. Estima-se que os 192 países com costa para os oceanos Atlântico, Pacífico e Índico e para os mares Mediterrâneo e Negro tenham produzido 275 milhões de toneladas de resíduos plástico em 2010, e que 8 milhões de toneladas de resíduos plástico tenham entrado nos oceanos nesse ano.


(imagem obtida no artigo"Eight million tons: Researchers calculate the magnitude of plastic waste going into the ocean ", 2015, Universdade da California)



Estimativa do número de partículas (em dezenas de milhares de milhão) e do peso (em centenas de toneladas) de plástico nos oceanos Pacífico Norte (NP), Atlântico Norte (NA), Pacícico Sul (SP), Atlântico Sul (SA), Oceano ìndico (IO), Mar Mediterrâneo (MED) e no global dos oceanos (Total).

(quadro obtido no artigo de Markus Eriksen e outros, 2014: "Plastic Pollution in the World's Oceans: More than 5 Trillion Plastic Pieces Weighing over 250,000 Tons Afloat at Sea")


Distribuição de hotspots de plástico marinho. Os plásticos marinhos podem ser transportados por correntes oceânicas e ventos, e acumulam-se em corpos de água rotatórios chamados Giros: o Giro do Pacífico Norte, também conhecido como a “Grande Mancha de Lixo do Pacífico”, é estimado em duas vezes o tamanho do Texas.
(imagem obtida na página "Waste Free Oceans: The Issue")

De resto, já sabe:

Use menos plástico, por favor!


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Trangénicos de 2ª geração

« Grande notícia - decisão hoje do Tribunal Europeu"

É difícil de exagerar a importância do que aconteceu hoje no Tribunal Europeu. 
Foi publicado um acórdão que estabelece que os OGM de segunda geração... são OGM. 
Imagem daqui
E não só são OGM, estão sujeitos à legislação relevante para os OGM. 
Isto pode parecer tão óbvio como uma verdade de La Palisse, mas foi o maior braço de ferro dos últimos anos - e a indústria perdeu. 
As multinacionais estavam a contar que os novos OGM fossem isentados das verificações de segurança (que lata!) de modo a passar facilmente por baixo do radar. 
Estivemos por um triz para perder a rotulagem, toda a avaliação de risco e sequer a possibilidade de saber o que era lançado no mercado. 
Felizmente, hoje, quem fica a ranger os dentes são os maus da fita.»

Margarida Silva, 25/7/2018, Plataforma Transgénicos Fora! | Email "[ogm_pt]. 

«Alteração de gene é GM, diz Tribunal Europeu

O Tribunal Europeu de Justiça determinou que alterar os seres vivos usando a técnica relativamente nova de edição do genoma conta como engenharia genética.

Até agora, a alteração genética, envolvendo a substituição precisa de uma sequência de DNA por outra, tem sido uma área cinzenta.
A engenharia genética tradicional envolve a inserção menos precisa de DNA estranho num organismo.
Isso significaria que qualquer novo alimento desenvolvido com a ajuda da alteração de genes precisaria ser rotulado como GM.
Mas a decisão também se aplica a uma série de áreas em expansão, como o tratamento de doenças genéticas em humanos e animais geneticamente modificados. ... »

Ver notícia completa em: "Gene editing is GM, says European Court", By Paul Rincon, Science editor, BBC News website, 25 July 2018

Imagem de Plataforma Transgénicos Fora! no Facebook

«OGM 2ª geração

Só porque os consumidores não pediram nem querem OGM, não quer dizer que eles não sejam desenvolvidos e comercializados. 
Enquanto que na 1ª geração a engenharia genética trouxe quase só plantas que produzem inseticidas e plantas que recebem herbicidas, a 2ª geração tem mais figurantes (alguns dos quais já estão no mercado na América do Norte). 
Um dos padrões desta nova leva é a tentativa de argumentar que não são OGM (um argumento adotado pelo governo americano e ainda em análise na Comissão Europeia). 
Imagem daqui
Outra característica transversal é a tentativa de cativar o consumidor com supostos benefícios: hamburgers vegetarianos que parecem carne, maçãs que não escurecem quando cortadas, milho que usa menos água... 
O terceiro aspeto comum a estes novos OGM é a inacreditável ausência de avaliações de segurança (e de rotulagem honesta). 
A indústria está a aprender com os erros do passado: acima de tudo não se podem dar ao luxo de estudar a potencial toxicidade destes produtos - arriscavam-se a descobrir que não eram seguros e lá se ia o investimento. 
Portanto a guerra pelo direito a uma alimentação segura está a jogar-se nas definições: se a União Europeia concordar que os novos OGM afinal não são OGM, todas as proteções arduamente conquistadas nos últimos 20 anos deixam de se aplicar de uma penada só

Margarida Silva, 24/5/2018, Plataforma Transgénicos Fora! | Email "[ogm_pt]. Ver notícia em: "Are You Ready for the New Wave of Genetically Engineered Foods?", March 16, 2018, Stacy Malkan.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Ambientar-se: A BELA VERDE, em Famalicão

A BELA VERDE

20 de julho de 2018 (sexta), 21h30
Casa do Território, Parque da Devesa
Vila Nova de Famalicão
Gratuito, entrada livre

"La belle verte", França, 1996, 1h39, comédia
Realização: Coline Serreau
Elenco: Coline Serreau, Vincent Lindon, Marion Cotillard

Sessão Ambientar-se dinamizada pela Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa.

Convidados para a dinamização do debate: 

Mário Martins, professor, dirigente associativo, ex autarca 
Inês Marques Bastos, consultora para o desenvolvimento

Komlan Gnamatsi, consultor linguístico e de internacionalização

Sinopse:
«Algures no universo existe um planeta cujos habitantes evoluíram a tal ponto que vivem em perfeita harmonia com a natureza e uns com os outros. De tempos a tempos, alguns deles fazem excursões a outros planetas, seja para observá-los ou mesmo ajudá-los no seu processo evolutivo. Curiosamente, há 200 anos que ninguém quer ir ao planeta Terra. Mas um dia, por motivos pessoais, uma mulher decide voluntariar-se, aterrando em Paris.

O filme é uma alegoria que aborda de maneira humorada temas variados como a ecologia e a relação com o ambiente, as relações humanas, a política e o poder, a sustentabilidade e o consumismo, a espiritualidade, etc.. Inspirador e divertido.»

Divirta-se com o trailer:



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As sessões AMBIENTAR-SE são uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão (Equipa Multidisciplinar de Gestão do Parque da Devesa) e associações locais ligadas à proteção do ambiente, que constam na exibição de um filme de tónica ambiental com debate no final. Estas sessões ocorrerem, por norma, na terceira sexta-feira do mês.   Associações parceiras:

  • AREA - Associação Amigos do Rio Este
  • Associação Famalicão em Transição
  • H2Ave - Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave
  • VENTO NORTE - Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres
  • YUPI - Associação para o Desenvolvimento Local
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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Mandela Day - 67 minutos para mudar o mundo

Hoje é o 100º aniversário do nascimento de Nelson Mandela, que nos deixou a 5 de dezembro de 2013.

Para prestar homenagem a esse grande Homem, republico hoje a mensagem aqui deixada há precisamente 7 anos, a 18 de julho de 2011, quando Nelson Mandela festejava o seu 93º  aniversário.

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Nelson Mandela faz hoje 93 anos, e "a Fundação Nelson Mandela lança  um apelo para que todos os cidadãos disponibilizem 67 minutos do seu tempo a ajudar os outros. Cada minuto corresponde a um ano de trabalho do líder sul-africano em prol da liberdade humana. O site oficial da Fundação Mandela dá até algumas ideias para quem não sabe como usar estes 67 minutos." (Fonte: Boas Notícias)

Parabéns, Madiba, pelo aniversário, pela vida, pelo exemplo!

Apesar de parte das 67 maneiras de ajudar à mudança sugeridas no âmbito do Mandela Day não se adaptarem ao nosso país ou à nossa comunidade, com certeza que muitas haverá em que podemos usar 67 minutos do nosso tempo. E que seja uma apenas. Destas 67 ou de muitas outras. Por isso, para usar, ou para despertar a criatividade, aqui fica a tradução (possível) do apelo:


Pensar nos outros
1. Faça um novo amigo. Conheça alguém de um meio cultural diferente. Somente através da compreensão mútua podemos livrar as nossas comunidades da intolerância e xenofobia.
2. Leia a alguém que não pode. Visite uma casa local para cegos e abra um novo mundo para alguém.
3. Arranje os buracos na sua rua ou bairro.
4. Ajude no abrigo animal local. Cães sem casas também precisam de um passeio e de um pouco de amor.
5. Descubra na sua biblioteca local têm uma hora para uma história e ofereça-ser para ler durante a mesma.
6. Ofereça-se para levar um vizinho idoso que não pode conduzir para fazer suas compras ou tarefas.
7. Organize um dia de limpeza do lixo na sua área.
8. Arranje um grupo de pessoas para tricotar um quadrado de malha e fazer um cobertor para alguém que precise.
9. Voluntarie-se na sua estação de polícia ou organizações locais de ajuda.
10. Doe suas habilidades!
11. Se você é um construtor, ajude alguém a construir ou melhorar a casa.
12. Ajude alguém a iniciar o seu negócio.
13. Construa um site para alguém que precisa, ou para uma causa você acha que precisa do apoio.
14. Ajude alguém a conseguir um emprego. Redija e imprimir um curriculum vitae, ou ajude a preparar as entrevistas.
15. Se você é um advogado, faça algum trabalho pro bono por uma causa que vale a pena ou pessoa que precisa.
16. Escreva para o vereador da área acerca de um problema que requer atenção, e que você não tem possibilidade de resolver.
17. Patrocine um grupo de alunos para ir ao teatro ou ao jardim zoológico.

Ajudar a uma boa saúde
18. Entre em contacto com organizações locais de HIV e descubra como pode ajudar.
19. Ajude no hospital local, pois além dos pacientes, os funcionários muitas vezes precisam de apoio.
20. Muitos doentes terminais não têm ninguém com quem falar. Demore um pouco a ter uma conversa e a trazer alguma luz nas suas vidas.
21. Converse com seus amigos e família sobre o HIV.
22. Faça o teste de HIV e encoraje o seu parceiro a fazê-lo também.
23. Leve um saco cheio de brinquedos para a ala de crianças de um hospital local.
24. Leve os membros mais jovens da sua família para um passeio no parque.
25. Doe algum material médico a uma clínica da comunidade local.
26. Leve alguém que você conhece e não pode pagar, para fazer um exame ou consulta aos olhos ou aos dentes.
27. Cozinhe algo para um grupo de apoio de sua escolha.
28. Inicie uma horta comunitária para promover a alimentação saudável na sua comunidade.
29. Doe uma cadeira de rodas ou um cão guia, a alguém em necessidade.
30. Faça um cabaz de alimentos e dê a alguém em necessidade.

Tornar-se um educador
31. Ofereça-se para ajudar na sua escola local.
32. Oriente um aluno ou um jovem que abandonou a escola no seu campo de especialização.
33. Seja treinador numa das actividades extra que a escola oferece. Também pode se voluntariar para treinador de uma actividade que a escola não oferece.
34. Ofereça-se para dar aulas de reforço numa matéria escolar em que você é bom.
35. Doe seu computador velho.
36. Ajudar a manter os campos de desporto.
37. Arranje uma sala de aula, substituindo janelas partidas, portas e lâmpadas.
38. Doe um saco de material de arte.
39. Ensine uma turma de alfabetização de adultos.
40. Pinte salas de aula e edifícios escolares.
41. Doe seus manuais escolares, livros ou outros bens, a uma biblioteca escolar.

Ajudar os que vivem na pobreza
42. Compre alguns cobertores, ou pegue os que você tem em casa e não precisa mais, e dê-os a alguém em necessidade.
43. Limpe os seus armários e doe as roupas que já não usa a alguém que precisa delas.
44. Monte cabazes de alimentos para uma família carente.
45. Organize uma venda de bolos, lavagens de carros ou vendas de garagem de caridade e doe os lucros.
46. Para os mais pobres dos pobres, sapatos podem ser um luxo. Não os acumule se você não os usa. Dê-os!
47. Voluntarie-se para ajudar na “sopa dos pobres” local.

Cuidados para a juventude
48. Ajude num orfanato ou abrigo de crianças local.
49. Ajude crianças com os seus estudos.
50. Organize um jogo amigável de futebol, ou patrocine as crianças para assistir a um jogo no estádio local.
51. Treine uma equipe de desporto e faça novos amigos.
52. Dê equipamentos desportivos a abrigos de crianças.
53. Doe brinquedos educativos e livros a um orfanato.
54. Pinte, repare ou infra-estruture um orfanato ou um centro de juventude.
55. Oriente alguém. Arranje tempo para ouvir o que as crianças têm a dizer e dê-lhes bons conselhos.

Acarinhar os idosos
56. Se você tocar um instrumento, visite um lar de idosos local e toque durante uma hora os moradores e funcionários.
57. Ouça a história de alguém mais velho do que você. As pessoas esquecem que os idosos têm sabedoria e uma experiência enriquecedora, e, muitas vezes, uma história interessante para contar.
58. Leve uma pessoa idosa às compras no mercado, pois eles vão apreciar sua companhia e assistência.
59. Leve o cão de alguém a passear, se essa pessoa for demasiado frágil para fazê-lo.
60. Corte a relva de alguém e ajude-o a consertar as coisas no quintal.

Cuidar do seu ambiente
61. Se não houver ecopontos para reciclagem na sua zona, peça ao vereador da área para fornecer um.
62. Doe árvores nativas para embelezar bairros nas zonas mais pobres.
63. Recolha jornais velhos de uma escola, centro comunitário ou hospital e leve-os a um centro de reciclagem.
64. Identifique tampas de saneamento abertas na sua área e relate às autoridades locais.
65. Organize a empresa, escola ou organização em que você trabalha para que desliguem todas as luzes desnecessárias e fontes de alimentação à noite e nos fins de semana.
66. Ajude a convencer pessoas que deitam lixo fora de qualquer maneira, do valor do ambiente limpo.
67. Organize com algum amigos uma limpeza do seu parque local, rio, praia, rua, praça ou recintos desportivos. As nossas crianças merecem crescer em um ambiente limpo e saudável.

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Mensagem publicada inicialmente em 18 de julho de 2011, republicada em 18 de julho de 2018

terça-feira, 17 de julho de 2018

Glifosato: Sorteio de 5 análises gratuitas!

«Quer saber o seu nível de contaminação por glifosato mas o elevado custo da análise é proibitivo? Acabou de ficar disponível um donativo que vai permitir realizar análises gratuitas a cinco voluntários portugueses (adultos). 

Os interessados podem candidatar-se preenchendo o formulário neste link  - o período de candidatura começa às 12h do dia 18 (quarta) e termina às 12h de sexta (dia 20). Se houver mais do que cinco candidatos a escolha será feita por sorteio. 

A única despesa a cargo destes participantes é a do envio da amostra em correio azul nacional.  Por isso vale a pena tentar a sua chance! Aqui uma notícia sobre esta iniciativa da Plataforma Transgénicos Fora.»

Fonte: email  do grupo "Os transgénicos em Portugal e no mundo" do Grupos do Google.

Para saber mais veja aqui ou  visite: https://www.stopogm.net/analises-glifosato-portugal