domingo, 21 de agosto de 2016

Peniche Livre de Petróleo (petição)

Imagem da página Peniche Livre de Petróleo
O movimento Peniche Livre de Petróleo lançou hoje uma petição para travar a prospeção e extração de petróleo. Assine e divulgue:

Petição pelo cancelamento dos contratos de prospeção e produção de petróleo na Bacia de Peniche e na Bacia Lusitânica

«Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República, 

os signatários desta petição solicitam à Assembleia da República, enquanto órgão constitucional representativo dos cidadãos portugueses, que desencadeie as ações necessárias para cancelar os contratos de Prospeção, Pesquisa, Desenvolvimento e Produção de Petróleo e suspender os trabalhos em curso na Bacia de Peniche e na Bacia Lusitânica, no mar e em terra, localizadas ao longo de toda a faixa litoral, entre Lisboa e Porto. 

Os signatários desta petição consideram que: 


Imagem do panfleto, daqui
- Os riscos ambientais e socioeconómicos desta atividade são muito elevados, como demonstraram os acidentes que ocorreram no Golfo do México e em Michigan, em 2010, entre muitos outros. Desconhecem-se quaisquer estudos de impacto ambiental que suportem os trabalhos em curso e contratualizados, apesar da proximidade de áreas de elevado valor ecológico, como a reserva natural das Berlengas, que é Reserva Mundial da Bioesfera da UNESCO. 

- Os contratos foram negociados e assinados sem consulta pública, num processo pouco transparente. Não se perguntou aos pescadores se queriam ter plataformas onde habitualmente pescam, não se perguntou aos agricultores se queriam ter campos de fracking no lugar dos seus pomares, não se perguntou a quem cá vive, aos surfistas, aos banhistas, a toda a atividade hoteleira, de restauração e turística, se aceitam os riscos desta indústria; 

- Dado que o combate às alterações climáticas exige que 80% das atuais reservas de energia fóssil se mantenham no subsolo, os territórios sem historial petrolífero devem manter-se intocáveis, preservando recursos; 

- Portugal deve dar total prioridade à produção de energias renováveis, pois pelos seus recursos endógenos é um dos países europeus com maior potencial; 

- Além dos riscos sociais e ambientais que nos fazem temer pelo nosso futuro, os contratos em causa têm contrapartidas financeiras insignificantes para o Estado português.»

Fonte: Texto da petição em: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=penichelivrepetroleo

sábado, 20 de agosto de 2016

Floresta no quintal (Shubhendu Sharm)

Do mesmo modo que a Permacultura transforma desertos em oásis, o engenheiro indiano Shubhendu Sharma, através da sua empresa Afforestt, transforma quintais em bosques ou baldios em bosques em florestas. Com um trabalho inspirado no especialista em floresta japonês Akira Miyawak, ele explica a metodologia que usa no vídeo abaixo (Como cultivar uma floresta no seu quintal), e também neste.




Imagem da apresentação disponível em Afforestt
«As florestas não tem que ser reservas naturais distantes, isoladas da vida humana. Em vez disso, podemos cultivá-las exatamente onde estamos - mesmo em cidades. O eco-empresário Shubhendu Sharma cria mini-florestas densas e biodiversas, de espécies nativas, em áreas urbanas, através de engenharia de solo, micróbios e biomassa, alavancando processos de crescimento naturais. Acompanhe-o à medida que descreve como fazer crescer uma floresta de 100 anos de idade, em apenas 10 anos, e aprenda como entrar nesta pequena festa na selva.»

Fonte: Sinopse  TED (tradução livre)



quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Algas comestíveis

Dos vídeos "Natureza Comestível" apresentados por Alexandra Azevedo, hoje ficam aqui dois sobre Algas marinhas, o segundo mais específico sobre a alga Nori. Falamos apenas de macroalgas marinhas, e não de microalgas, outro tema interessante a explorar na alimentação.

Note-se também que "A maior parte das algas comestíveis são marinhas e a maior parte das algas de água doce são tóxicas. Apesar disso, as algas marinhas podem conter ácidos que irritam o canal digestivo e/ou ter um efeito laxante" (Fonte: Wikipedia)

E pelo meio, um texto de enquadramento extraído do artigo "As Algas Marinhas e Respectivas Utilidades" do Doutor Leonel Pereira, especialista em Ficologia Marinha. Se se interessa pelo tema, veja aqui o texto completo.



«Algas marinhas na alimentação

Actualmente, a nossa sociedade vive uma enganadora abundância alimentar. Rodeia-nos a comida rápida, rica em calorias e gorduras insaturadas, e até  já nos habituámos à expressão da “comida de plástico” para a designar. As consequências de uma alimentação deste tipo são a carência de nutrientes essenciais, a obesidade e doenças relacionadas com ingestão excessiva de açúcares (diabetes) e de gorduras (arteriosclerose),  entre outras. 
Que papel têm as algas marinhas neste panorama? 
Representam exactamente o oposto: um alimento natural, silvestre e que nos fornece elevado valor nutritivo mas baixo em calorias. Pobres em gorduras, as algas marinhas possuem polissacarídeos que se comportam, na sua grande maioria, como fibras sem valor calórico. As algas são, por isso, 
a melhor forma de corrigir as carências nutricionais da alimentação actual, devido ao seu variado leque de constituintes: minerais (ferro e cálcio), proteínas (com todos os aminoácidos essenciais), vitaminas e fibras (Saá, 2002).Da composição analítica das algas marinhas destaca-se:
Imagem extraída do texto mencionado (clique para ampliar)
  • Presença de minerais com valores cerca de dez vezes superiores ao encontrado nos vegetais terrestres, como no caso do ferro na Himanthalia elongata (“esparguete do mar”) em comparação com o da Lens esculenta (“lentilhas”) ou, no caso do cálcio presente na Undaria pinnatifida (“wakame”) e no Chondrus crispus (“musgo irlandês” ou simplesmente “musgo”), relativamente ao leite de vaca.
  • Presença de proteínas que contêm todos os aminoácidos essenciais, constituindo um modelo de proteína de alto valor biológico, comparável em qualidade à do ovo.
  • Presença de vitaminas em quantidades significativas. Merece especial relevo a presença de B12, ausente nos vegetais superiores.
  • Presença de fibras em quantidades superiores ao encontrado na Lactuca sativa e semelhante à da Brassica oleracea (“alface”e “couve”, respectivamente).
  • O seu baixo conteúdo em gorduras e valor calórico, transforma-as em alimentos adequados para regimes de emagrecimento. »
Fonte:  "As Algas Marinhas e Respectivas Utilidades", Leonel Pereira, Departamento de Botânica
Universidade de Coimbra, 2008

O artigo cita e descreve algumas algas comestíveis comercializadas (pag. 6 e 7):

  • Wakame (Undaria pinnatifida)
  • Dulse (Palmaria palmata)
  • Esparguete do Mar (Himanthalia elongata)
  • Kombu (Saccharina japonica, Laminaria ochroleuca e Saccharina latissima)
  • Nori (Porphyra yezoensis, P. tenera, P. umbilicalis e Porphyra spp.)
  • Musgo da Irlanda (Chondrus crispus)
  • Fucus ou Bodelha (Fucus vesiculosus e Fucus spiralis)
  • Agar-Agar (Extracto de Gelidium corneum, Pterocladiella capillacea e de Gracilaria gracilis)




Aproveito para informar que já experimentei cozinhar uma  tarte de Wakame e ficou deliciosa! A que comprei foi da empresa Galega Algamar, da Galiza e de produção biológica, em cujo site tem informações sobre o modo de preparar.

Se conhecem empresas portuguesas que produzam e comercializem algas marinhas, por favor indiquem-nas nos comentários.

E já agora, espreitem umas receitas com algas no Cantinho Vegetariano  (ver no fundo da página)

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Um milhão de visitas!


Pois por estes dias reparei que o contador do blogue tinha ultrapassado 1 milhão de visitas! 

E como não podia de assinalar o número redondo, aqui fica o meu agradecimento a todos os visitantes, assíduos, pontuais ou casuais! Espero que para alguns algumas vezes a visita tenha valido o tempo que por aqui gastaram. E que tenha contribuído, ainda que pouquinho, para a mudança de cada um no sentido de uma vida menos consumista, mais atenta à natureza e ao que nos rodeia, ao perto ou ao longe e que escapa aos meios de comunicação de massa.

Abaixo os dados sobre a origem do maior número de visitantes, de Portugal, do Brasil, dos Estados Unidos, da Rússia, da Alemanha... pelos vistos o Google tradutor funciona (será?)!


Remato citando mais uma vez  Edmund Burke:

"Ninguém cometeu maior erro que aquele que não fez nada
só porque podia fazer muito pouco

OBRIGADA! 

Voltem sempre!

Manuela Araújo, 9 de agosto de 2016

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A gastar por conta dos netos

No dia 8 de agosto de 2016 ocorre o "Earth Overshoot Day" de 2016, ou Dia de Sobrecarga da TerraHá mais de 40 anos que estamos em dívida com a Terra e com as gerações futurasE cada ano que passa, a dívida aumenta, e o Dia da Sobrecarga acontece mais cedo.

Os recursos que a Terra consegue regenerar um ano, a nossa espécie consome-as em 221 dias. A espécie humana consome 40% a mais do que a Terra pode produzir, do que a natureza pode repor. 

«Em palavras simples, temos que mudar radicalmente os padrões de consumo hoje praticados, entendendo que o paradigma de consumirmos sempre mais não traz bem estar e felicidade. Muito pelo contrário: destrói a capacidade de manutenção dos processos naturais e, do ponto de vista social, aumenta a desigualdade. ... Se é verdade que a Humanidade ultrapassou a capacidade dos complexos ecossistêmicos de continuar a prover serviços ambientais e seus correspondentes recursos naturais, também é inegável que existe em curso uma revolução de valores e imposição de novos estilos de vida. Isso configura a esperança de que a nossa geração será capaz de deixar um legado de dignidade e sustentabilidade.»   
Fonte: Fabio Feldmann, em Museu do Amanhã

Biocapacidade do nosso planeta representa a totalidade de recursos naturais e serviços dos ecossistemas que a Terra consegue regenerar num ano; 
A Pegada Ecológica Global representa a totalidade de recursos naturais e serviços dos ecossistemas que a espécie humana consome num ano. 
Dia da Sobrecarga da Terra ou "Earth Overshoot Day", calcula-se dividindo a biocapacidade do planeta pela pegada ecológica mundial, e multiplicando pelo nº de dias do ano;

Atualmente, a Pegada Ecológica Global é 1,6 vezes superior à Biocapacidade da Terra. Isso significa que precisamos de 1,6 planetas para sustentar a existência da nossa espécie.

É preciso que as pessoas se preocupem mais em viver do que em consumir.  

É preciso repensar o nosso modo de vida, e analisar quanto do que usamos é supérfluo, e mudar.

Urgentemente!

domingo, 24 de julho de 2016

Amanhã

«E se mostrar soluções, contar uma história positiva, fosse a melhor forma de resolver as crises ecológicas, económicas e sociais que atravessam o nosso mundo? Após a publicação de um estudo que anuncia a possibilidade do desaparecimento da humanidade até 2100, Cyril Dion e Mélanie Laurent partiram com uma equipa de quatro pessoas, para investigar em dez países aquilo que poderá provocar esta catástrofe e, sobretudo, como evitá-la. Durante a sua viagem, encontraram pioneiros que reinventaram a agricultura, a energia, a economia, a democracia e a educação. Ao juntarem todas estas iniciativas positivas, eles começam a ver emergir aquele que poderá ser o mundo de amanhã…»

Fonte (e mais informação) aqui 

Em exibição em Lisboa (Cinema Monumental,  Sala 1): ver no site Medeia filmes

Abaxio, o trailer:

AMANHÃ, um documentário de CYRIL DION e MÉLANIE LAURENT from Leopardo Filmes on Vimeo.


quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Quem se importa?"

"Nem tudo o que conta pode ser contado. E nem tudo o que pode ser contado, conta."
Albert Einstein

«Nós criamos nossas próprias vidas. Nós criamos nosso próprio mundo. Mas antes de criarmos o nosso próprio mundo, devemos imaginar que tipo de mundo queremos. E depois, começar a criá-lo. 

Imagem obtida em Eu me Importo
Eu diria que é uma questão básica de estilo de vida. Como vivemos neste planeta. Que tipo de responsabilidade você impõe a si próprio. Então, uma vez que você sabe isso, você cria a consciência de que se eu faço isso, se eu vivo a minha vida desta maneira, eu estou a prejudicar a vida de alguém. E o princípio básico deveria ser: "a minha vida não deve prejudicar a vida de mais ninguém".»
Muhammad Yunus

«De qualquer sector, de qualquer parte do planeta, é possível que surjam iniciativas que podem mudar o rumo do planeta.»
 Oscar Rivas

«Que nós nos lembremos das nossas maiores aspirações, e possamos trazer nossas dádivas de amor e de trabalho para o altar da humanidade. Que nos lembremos mais uma vez de que não somos seres isolados, mas conectados em mistério e encantamento a este universo, a esta comunidade, e uns aos outros.» 
Karen Tse

Estes textos são declarações feitas ao longo do filme QUEM SE IMPORTA (Mara Mourão, Brasil, 2013), do qual foi extraído o seguinte trecho: 



Imagem obtida em Quem se Importa
«QUEM SE IMPORTA é um longa metragem de 93 minutos e foi filmado em 7 países diferentes: Brasil, Peru, USA, Canadá, Tanzânia, Suiça e Alemanha. Um total de 20 locações em apenas 40 dias, com todas as dificuldades de união das agendas dos nossos entrevistados. O filme também conta com várias animações, além das cenas gravadas em três idiomas diferentes (Português, Inglês e Espanhol). Narração de Rodrigo Santoro. Direção de Mara Mourão e produção de Mamo filmes e Grifa filmes.»

«Você se importa com o destino da humanidade e do planeta? Um número cada vez mais expressivo de pessoas não só tem respondido sim a essa pergunta como tem colocado a mão na massa em prol dos interesses coletivos. Essa revolução, baseada na conversão de ideais em ações concretas, foi documentada pela cineasta carioca, radicada em São Paulo, Mara Mourão. Ela lançou recentemente o longa-metragem Quem Se Importa, filmado em sete países: Brasil, Peru, Estados Unidos, Canadá, Tanzânia, Suíça e Alemanha.  Nessas localidades, Mara registrou o trabalho de 18 empreendedores sociais, figuras que despontaram nas últimas décadas, motivadas pelo desejo de contribuir para a evolução das relações humanas, econômicas e ambientais. »

O documentário é recomendado pela UNESCO e ganhou, em 2013, 5 prémios em festivais de cinema: prémio do público para o Melhor Documentário no  Washington DC International Film Festival,  o prémio de melhor documentário no DocMiami International Film Festival e no International Film Festival for Environment, Health, and Culture (Indonesia), prémio de Excelência no International Film Festival for Peace, Inspiration and Equality, e uma Menção Honrosa no SAMO 2013 – Santa Monica Independent Film Festivale .

segunda-feira, 11 de julho de 2016

"O lado negro do chocolate" em Famalicão dia 15/7

"O lado negro do chocolate" 
(The Dark Side of Chocolate, 2010, 46 min)


Dia 15 de julho de 2016, 21h30, na Casa do Território, Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão.  Gratuito, entrada livre

Documentário a ser exibido na próxima sessão AMBIENTAR-SE, apresentado pela Associação YUPI, em que são convidados para dinamizar o debate, Miguel Pinto, da Associação Equação, e Pedro Jorge Pereira, Ativista Eco-Social. 

Sinopse:
«O chocolate que consumimos é produzido com o uso de trabalho infantil e tráfico de crianças? O premiado jornalista dinamarquês, Miki Mistrati, decide investigar os boatos. Sua busca atrás de respostas o leva até Mali, na África Ocidental, onde câmeras ocultas revelam o tráfico de crianças para as plantações de cacau da vizinha Costa do Marfim. A Costa do Marfim é o maior produtor mundial de cacau, respondendo por cerca de 42 da produção. Empresas como a Nestlé, Barry Callebaut e Mars assinaram em 2001 o Protocolo do Cacau, comprometendo-se a erradicar totalmente o trabalho infantil no setor até 2008. Será que o seu chocolate tem um gosto amargo? Acompanhe Miki até a África para expor “o lado negro do chocolate”.»



As sessões AMBIENTAR-SE são uma parceria entre o Município de Vila Nova de Famalicão (Parque da Devesa) e instituições locais ligadas à proteção do ambiente, que constam na exibição de um filme de tónica ambiental com debate no final.

Informações: parquedadevesa@vilanovadefamalicao.org / 252 374 184
Sítio na Internet: www.parquedadevesa.com Página Facebook: https://www.facebook.com/parquedadevesa/

(publicação em simultâneo com Famalicão por um mundo Melhor)

domingo, 3 de julho de 2016

Angola - onde a corrupção mata crianças

Na sequência da publicação e divulgação do relatório da UNICEF "A fair chance for every child" de junho 2016 (resumo em português aqui), que prevê que até 2030, quase 70 milhões de crianças podem morrer antes dos 5 anos, e  que apresenta Angola como o país com a maior taxa de mortalidade infantil, republica-se esta mensagem (originalmente publicada há um ano, a 13/07/2015) com um documentário que mostra o que se passa em angola nesta matéria. Criminoso! (3/7/2016).

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Angola - onde a corrupção mata crianças   :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

«Uma em cada seis crianças angolanas morre antes de completar cinco anos. Os dados da Unicef levaram Nicholas Kristof, colunista do The New York Times, até Angola para perceber este problema, numa reportagem de opinião que o PÚBLICO divulga em parceria com o jornal norte-americano. “Este é um país repleto de petróleo, diamantes e milionários que conduzem Porsches e crianças a morrer à fome”, inicia Kristof a sua reportagem sobre a mortalidade infantil em Angola

«De acordo com dados publicados pela Unicef, uma em cada seis crianças morre em Angola antes de completar cinco anos. A malária é tida como a principal causa de mortes, que poderiam ser evitadas, segundo Nicholas Kristof, se houvesse menos corrupção.  “Na verdade é um país riquíssimo, inundado de petróleo e diamantes. O verdadeiro problema é que este é extremamente corrupto. Aqui políticos compram jaguares enquanto crianças morrem no ritmo mais acelerado do mundo”, aponta. A vídeo-reportagem, reproduzida pelo Público em parceria com o The New York Times, já legendada, destaca ainda os índices elevados de subnutrição e a insuficiência de médicos nos hospitais.  “É mais fácil para as autoridades roubarem dinheiro quando constroem um hospital grande e caro. Por outro lado, formar uma equipa hospitalar não oferece esse tipo de contrapartidas”, concluiu. Angola, o país onde morrem mais crianças» 

Nicholas Kristof denuncia a corrupção desenfreada numa Angola rica,  que está a privar as crianças de cuidados de saúde básicos e a contribuir para a maior taxa de mortalidade infantil no mundo.   Veja a reportagem aqui.



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«Num índice sobre fome e nutrição, um total de 45 países foram analisados no contexto de 22 indicadores que procuram medir a atuação dos governos nas áreas de combate à fome e à subnutrição, tendo a Guiné-Bissau apresentado os piores resultados, ficando na 45.ª posição, e Angola na 42.ª»
Compromisso de redução da fome, compromisso de nutrição e compromisso global de fome e nutrição  - pontuação e rankings de 2013 HRCI

Fonte: relatório IDS (Institute of Development Studies) "The Hunger And Nutrition Commitment Index (HANCI 2013): Measuring the Political Commitment to Reduce Hunger and Undernutrition in Developing Countries", junho 2014
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: 13/7/2015::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::