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terça-feira, 30 de agosto de 2016

I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica

I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica

20 e 21 de outubro 2016, Auditório da Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril



«A Horticultura Social e Terapêutica (HST) enquadra-se em programas de horticultura urbana, de educação ambiental e de apoio a pessoas idosas, com deficiência ou dependência, em instituições de saúde, de reabilitação psicossocial e de inclusão social. Estes programas são promovidos por instituições particulares de solidariedade social (IPSS), câmaras municipais, associações, estabelecimentos prisionais, instituições de ensino superior e outras e têm por objetivo contribuir para o bem-estar e melhoria da qualidade de vida das pessoas, nomeadamente da sua saúde física, mental e emocional. Oferece, ainda, oportunidades para a socialização, participação ativa e exercício físico, estímulo dos sentidos, da concentração e da criatividade.

A HST relaciona-se com a Agricultura Social, que pode assumir uma forma de diversificação das fontes de rendimento das empresas agrícolas que, prestando um serviço social à comunidade, continuam sujeitas às leis do mercado. A Agricultura Social tem sido também praticada em explorações agrícolas sem fins lucrativos, que exercem uma atividade de produção e troca de bens e serviços de utilidade social e de interesse geral.

O I Colóquio Nacional de Horticultura Social e Terapêutica, envolvendo técnicos, investigadores, movimentos sociais, empresas, pessoas e comunidades, será uma partilha de experiências e dos processos de inovação em que estão envolvidos, que procuram responder aos atuais desafios sociais, ambientais e económicos.

A Comissão Organizadora»

Fonte, programa e mais informação em: http://www.aphorticultura.pt/icnhst.html

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sepp Holzer na Maia, e os OGM's

"Os políticos que querem impor culturas de organismos geneticamente modificados, não deviam estar nos governos, mas na cadeia, porque isso é crime"

Esta é a frase que destaco, dita hoje na Maia, pelo austríaco Sepp Holzer, talvez o permacultor mais famoso do mundo, ou pelo menos, do hemisfério norte, e que foi estrondosamente aplaudida, num excelente seminário organizado pela Quercus e por Tamera.
Sepp Holzer e a sua "quinta" na montanha são a  demonstração prática de que a agricultura com a natureza é muito mais produtiva  do que a agricultura contra a natureza que se vem praticado nos últimas décadas (para além de ser saudável para nós e para o ambiente).

O auditório, para 150 pessoas, estava cheio, e pelas reacções, que presenciei, não fui a única a gostar da palestra - foi esclarecedora, e foi excelente.  Gostaria muito de conseguir resumir o que ele disse, mas é me impossível, por isso deixo o resumo feito pelo próprio:
  
"É possível a criação de paraísos na terra, sob quaisquer condições. Não existem catástrofes naturais, apenas catástrofes humanas. A seca, as inundações e os fogos são causados por gerações de pessoas que foram perdendo o seu contacto com a natureza. No sentido de corrigir os erros do passado grandes passos têm de ser dados e temos de aprender a comunicar novamente com a natureza.  
(…) A permacultura holzeriana pressupõe um arranjo paisagístico em sentido amplo: corrigir os erros do passado, possibilitar as simbioses criadas pelas acções recíprocas, deixar a natureza trabalhar, recuperar os ciclos naturais. Nesta palestra mostrarei como esta dinâmica é possível e como e onde já acontece “   Sepp Holzer

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Em transição

Amanhã, dia 10 de Abril, estarei em transição em Pombal:


COLÓQUIO: "TRANSIÇÃO PARA UMA ECONOMIA E CULTURA PÓS-CARBONO"

"Chegou o tempo da Transição. Pombal será o palco do início de uma reconstrução cultural, na busca de formas de ser e estar, realmente sustentáveis, e que tragam bem-estar ao maior número possível de seres humanos, mas também a todas as formas de vida existentes na Terra. Em que mundo vivemos? Qual é de facto o diagnóstico da situação? Quais são as soluções?"

Ver mais aqui (incluindo programa e inscrições)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Começar a Transição

No texto anterior falámos do pico do petróleo e de como a sua existência está eminente. Estando as economias tão dependentes desta fonte energética, é absolutamente necessário diminuir esta dependência para evitar o colapso.

Lentamente, as energias renováveis emergem, mas ainda estão longe de conseguir ter a capacidade e a eficiência para acabar com o consumo do petróleo. Dependem do sol, do vento, dos avanços tecnológicos, de apoios ao seu desenvolvimento, e de muitos outros factores. São uma aposta absolutamente necessária, mas infelizmente, não suficiente.

A par das apostas tecnológicas nas energias renováveis e na melhoria da eficiência energética dos edifícios, dos equipamentos, das indústrias e dos transportes, há que tornar as nossas sociedades menos dependentes desse combustível para que possam ter capacidade de enfrentar a crise económica que advirá do pico do petróleo. Outras soluções aparentemente "miraculosas" poderão aparecer, como o caso da energia nuclear "limpa", mas, para além de ainda estarem em fase "embrionária", sabemos que também o urânio não é inesgotável. A solução terá de passar forçosamente pela alteração de comportamentos e estilos de vida, pela mudança de paradigma e pela redução do consumo.

A Rede de Transição tem uma resposta a esta questão. Iniciou-se na cidade irlandesa de Kinsale, e na cidade inglesa de Totnes, baseado no "modelo de transição" de Rob Hopkins. Já se alargou a vários países e continentes em mais de cem comunidades de transição. Trata-se verdadeiramente de pensar global e agir local. E também de pensar local.

O tema das comunidades em Transição está a ser introduzido em Portugal através do colóquio, a realizar no próximo dia 10 de Abril, em Pombal, intitulado "Transição para uma Economia e Cultura Pós-carbono", organizado pela Associação Rio Vivo e o Projecto Coisas do Vizinho, com o apoio da Fundação Vox Populi. Se puder, dê um passeio até Pombal nesse sábado e entenda melhor o que é a Transição. Programa e inscrições aqui.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Encontros de Ambiente - Vila Nova de Famalicão

No próximo dia 29 de Maio realizar-se-ão na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão os "Encontros de Ambiente 2009", organizado pelo CEAB - Centro de Estudos e Actividades Ambientais, da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Serão abordados temas de energias renováveis (eólica, solar e das ondas), de eficiência energética, de certificação energética de edifícios, bem como os projecto "Ecocasa" (Quercus) e o projecto "Município Verde" (Forestland).

Os Encontros de Ambiente são abertos à população em geral e não carecem de ficha de inscrição, simplesmente a confirmação da presença e identificação, que pode fazer através do telefone 252 301 740, do fax 252 301 749, ou de e-mail para ceab@cm-vnfamalicao.pt.