O grande alarmismo dado pela comunicação social ao caso E.Coli na Alemanha, aliado à informação diariamente contraditória sobre a origem da contaminação e sobre a própria origem da bactéria, deixam-me muito desconfiada de mais uma manipulação de massas. Manipulação que resultou na redução drástica do consumo de legumes frescos, em avultados prejuízos de agricultores, e mesmo numa tentativa de descrédito da agricultura biológica.
Para mim, esta "história" anda muito mal contada, e por isso, deixo aqui abaixo um artigo de Octávio Lima, do blogue Ondas3, bem como ligações para outras versões diferentes daquelas que nos impingem. Umas mais factuais, outras mais conspirativas, ainda outras mais relaxadas, mas vale a pena conhecer os outros lados da "história".
Para mim, esta "história" anda muito mal contada, e por isso, deixo aqui abaixo um artigo de Octávio Lima, do blogue Ondas3, bem como ligações para outras versões diferentes daquelas que nos impingem. Umas mais factuais, outras mais conspirativas, ainda outras mais relaxadas, mas vale a pena conhecer os outros lados da "história".
"Foi você que falou em terrorismo alimentar?
por OLima, no blogue Ondas3
Depois da gripe das aves e da gripe A, outra paranóia acaba de ser lançada: a da E. coli. Com uma nuance: nesta não pareceu haver um fio condutor como nas outras. Pelo menos durante algum tempo. A confusão foi total, a dúvida permanente, o medo contínuo. Primeiro, a culpa era dos pepinos espanhóis, depois era de rebentos de soja alemães. Amanhã, de quem será? A secreta inglesa já veio dizer que há suspeitas da al-Qaeda poder desencadear ações terroristas através da contaminação da comida. Até que apareceu o gato escondido com rabo de fora: os canadianos já têm vacina para a E. coli. Chama-se Econiche, custa 10 dólares e é produzida pela Bioniche numa fábrica recentemente construída com 25 milhões de dólares do governo canadiano. Como vêm, uma grande treta. A E. coli é uma bactéria que se produz e propaga em grandes vacarias onde o gado, compactado como sardinhas, é alimentado a milho transgénico. Aliás, há muito tempo que a nossa comida anda muito esquisita. Convenhamos que já não é o que era. Anda envenenada, dizem alguns. Primeiro, agradeçam às toneladas de pesticidas aplicadas em tudo o que cresce na terra. Os seus efeitos na cadeia alimentar são tão poderosos que, por exemplo, resíduos de pesticidas aplicados em cultivos transgénicos já foram detetados mesmo em embriões humanos. Segundo, agradeçam ao fluoreto de sódio injetado na água da torneira. Como podem as autoridades sanitárias aprovar um produto conseguido durante o processo de produção de um fertilizante e que já foi usado como veneno e inseticida? Terceiro, agradeçam ao mercúrio usado durante muitos anos no tratamento de dentes, em vacinas, nas lâmpadas fluorescentes. Quarto, agradeçam às culturas transgénicas. Por exemplo, ratos alimentados a soja transgénica tornam-se estéreis na terceira geração. Para não falar na atrofia de fígado, em danos nos sistemas imunitários e no cancro intestinal. Quinto, agradeçam ao bisfenol-A, presente nas embalagens plásticas e em biberões, responsável por danos nos sistemas reprodutivo e imunitário e pela antecipação da puberdade. Sexto, agradeçam ao aspartamo, um aditivo utilizado para substituir o açúcar comum. Sendo tóxico, produz inúmeros problemas no organismo humano. Para não falar nos efeitos ambientais de desastres como o de Chernobyl, Fukushima, o Deepwater Horizon, ou o uso do urânio enriquecido. Baseado numa posta do Activist Post."
