Mostrar mensagens com a etiqueta crianças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta crianças. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ser gentil faz bem à saúde

É raro ver televisão, mas hoje apanhei este pequeno vídeo no programa infantil Zig Zag da RTP2.
São quase dois minutos de bons conselhos para miúdos e graúdos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

10.000 crianças desaparecidas na Europa

«Mais de 10.000 crianças desapareceram dos campos de refugiados da Europa e os líderes europeus nada fazem sobre o assunto.

Isto significa 10.000 crianças sem comida, sem abrigo e sem amor. 10.000 crianças que estão com medo, vulneráveis, e sós. 10.000 crianças que deveriam estar na escola, e a brincar. Em vez disso, eles estão em risco de violência e exploração.

Da Irlanda até Itália, e de Bruxelas a Berlim, em toda a Europa, os nossos líderes políticos não estão a agir. Eles estão com medo dos políticos populistas que usam a crise de refugiados da Europa para tirarem dividendos políticos. Os líderes europeus continuarão a ignorar estas crianças vulneráveis, a não ser que nós exijamos que tomem medidas.

Ajude-nos a proteger crianças desaparecidas! 

Fonte: Campanha da Bray Refugee Solidarity Group (via e-mail da plataforma WeMove.EU)



Para ajudar a Missing Children Europe, clique em http://missingchildreneurope.eu/involved e escolha uma forma de colaborar.

Imagem obtida em Último Segundo, no artigo
"Entenda a crise migratória na Europa"
«Amir Jasim Shamo é um menino sírio de 13 anos que tinha um sonho: chegar à Europa. No pico do inverno, Amir embarcou na Turquia para tentar atravessar o mar Mediterrâneo e chegar às ilhas gregas. Depois de atracar em Farmakonisi, Amir desapareceu.

Segundo um relatório da Europol, Amir é apenas uma das mais de 10.000 crianças refugiadas que desapareceram depois de chegarem à Europa, desde 2015.

A Missing Children Europe é uma rede de mais de 30 organizações não-governamentais, com sede em Bruxelas, que espalha cartazes com fotografias e dados que permitem identificar crianças desaparecidas. Em muitos desses cartazes está a cara de Amir. Outro cartaz mostra dois meninos sírios que desaparecem: Alnd de cinco anos e Roder, o seu irmão de quatro anos. ...»


«Desde 2008, cerca de 198.500 menores não acompanhados entraram Europa em busca de asilo. Alguns ficaram órfãos devido a guerras e conflitos nos seus países de origem, alguns ficaram órfãos durante a viagem para a Europa, alguns foram separados das suas famílias durante a viagem, e alguns foram enviados para a Europa pelas suas famílias.  A maioria vêm do Afeganistão, mas também da Somália, Síria, Iraque, Kosovo, Albânia e muitos outros países.

Imagem obtida em DN, no artigo:
"10 mil crianças desaparecidas. Portugal na rota do tráfico"
Essas crianças desaparecem devido a grandes lacunas nos procedimentos das políticas europeias, e devido às ações de contrabandistas e quadrilhas criminosas.   Muitas crianças desaparecem antes de serem registadas. Muitas mais crianças terão sido registadas num país europeu, e até pode-lhes ter sido atribuído acomodação e um tutor, mas desaparecem pouco tempo depois. 

Na verdade, em média, a criança desaparece nas 48 horas após serem registados. Isso acontece por muitas razões: as crianças podem fugir por medo, podem tentar encontrar seu próprio caminho para o país de destino, ou podem ser vítimas de traficantes e forçadas à escravidão sexual, trabalho infantil e outras formas de exploração.

Algumas crianças não são rastreáveis, porque não existe atualmente nenhum sistema à escala da UE para acompanhá-los quando cruzam fronteiras. Alguns atingem seus países de destino e famílias com segurança. Muitos não.»

Fonte: Excerto e tradução de: https://10000missingchildren.wordpress.com/faqs/

sábado, 22 de agosto de 2015

Crianças, Natureza e Tecnologia




Imagem obtida aqui
As crianças precisam do contacto com a natureza desde que nascem! Não deixemos que a tecnologia substitua a natureza!

As novas tecnologias permitem-nos aprender e conhecer outras realidades, permitem-nos contactar com pessoas até ao outro lado do mundo, mas tornam-se extremamente perigosas quando substituem o contacto com a natureza e o convívio com os outros, levando à perda de valores essenciais. 

 Imagens obtidas aqui e aqui

Nós somos parte da natureza e necessitamos do contacto com outros elementos da natureza (outras pessoas, animais, plantas, rios, mar, floresta, terra, montanha, paisagens, e até tempestades) para sermos inteiros e saudáveis.  Para aprender a respeitar a natureza, é preciso conhecê-la e amá-la, não será? E isso precisa de ser estimulado desde o berço. Não apenas da boca para fora, mas lá fora mesmo!

O vídeo acima traduz as mudanças drásticas que aconteceram numa geração no que toca às brincadeiras de criança.  Neste tema, aconselho o pequeno "grande" livro "Maravilhar-se" de Rachel Carson. 

E não são só os pais (e os filhos) que precisam de refletir nisto, mas todo um sistema educativo que prende as crianças em salas.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Espaços verdes e crianças

Penso que é óbvio que os espaços verdes contribuem para a melhoria da qualidade de vida de todos, adultos e crianças, os que habitam as cidades. No entanto, quando os estudos (como este abaixo referido) comprovam este óbvio, não há como não avançar para um esforço político e coletivo para tornar os logradouros das casas, as escolas e as cidades mais verdes. E não basta a relva ou o prado, são precisas árvores e arbustos, plantas floridas e comestíveis, um ambiente, mesmo que pequeno, biodiverso.

O estudo "Green Spaces and Cognitive Development in Primary Schoolchildren"de Payam Dadvand e outros, feito ao longo de 12 meses (2012-2013) em 2.593 crianças do segundo ao quarto ano (7-10 anos) de 36 escolas primárias em Barcelona, Espanha, conclui que as crianças mais rodeadas de vegetação no seu dia-a-dia tem um melhor desempenho a nível de memória e de atenção.

«Os espaços verdes têm uma série de benefícios para a saúde, mas pouco se sabe em relação ao desenvolvimento cognitivo em crianças. Este estudo, com base na caracterização abrangente dos espaços verdes na envolvente (em casa, na escola e durante a deslocação) e em repetidos testes cognitivos computorizados em crianças do ensino básico (1º ciclo), encontrou uma melhoria no desenvolvimento cognitivo associado a envolventes verdes, particularmente nas escolas. Esta associação foi, em parte, mediada pela redução da poluição do ar. Os resultados apresentam evidências aos decisores políticos para intervenções balizadas e viáveis, tais como a melhoria de espaços verdes nas escolas para atingir melhorias no capital mental a nível da população

Informação de suporte: 

domingo, 1 de junho de 2014

A Maior Flor do Mundo

"E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?
José Saramago

No Dia da Criança, e para as crianças de todas as idades fica a curta-metragem de animação baseada no livro A Maior Flor do Mundo, de José Saramago. De Juan Pablo Etcheverry, com música de Emilio Aragón e narração de José Saramago. Produção de Continental Animación.


A Maior Flor do Mundo from Fundação Jose Saramago on Vimeo.

Três anos depois da sua publicação neste blogue (1/6/2011), a republicação desta bela história de José Saramago para todos os que já foram crianças se lembrarem de que essa criança que foram ainda existe.

quarta-feira, 20 de março de 2013

"Nossos filhos vão nos acusar"

"Hoje, as crianças são as principais vitimas da ação destrutiva do homem sobre a natureza. Pesquisas mostram que 70% dos casos de câncer estão relacionados ao ambiente, dos quais 40% derivam da poluição e 30% da alimentação. A cada ano, a incidência de câncer na infância aumenta 1,1% na França. Para mudar este quadro e salvar as crianças do futuro incerto que as espera, as iniciativas infelizmente ainda são poucas. Mas numa pequena cidade no sul da França, o prefeito decide resistir à indústria agro-química e instituir na cantina da escola a alimentação a base de alimentos orgânicos." (sinopse obtida aqui)

Num triste dia em que uma criança de 4 anos, aqui de Famalicão, perdeu a batalha que travava há dois anos com a leucemia, volta aqui (agora completo) o documentário francês de Jean-Paul Jaud, 2008, com o título original "Nos Enfants Nous Accuseront":

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

"Crianças da Amazónia"

«Ciclo de Cinema Direitos e Desenvolvimento: “Crianças da Amazónia

No dia 1 de Março, a Plataforma Portuguesa das ONGD e o Centro Regional de Informação das Nações Unidas (UNRIC), como o apoio do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), organizam a exibição do filme “Crianças da Amazónia”.

A projecção terá lugar no dia 1 de Março pelas 17 horas no Auditório do ISPUP, Rua das Taipas, nº 135, Porto. A projecção será seguida de um debate que contará com a presença da realizadora do filme, Denise Zmekhol.

“Crianças da Amazónia” conta a estória do que aconteceu na vida da maior floresta do planeta quando a estrada cortou as terras. Ajuda-nos a entender a relação estreita que existe entre todos nós, a floresta Amazónia e os povos que a habitam. Todos nós somos Crianças da Amazónia, pois respiramos o mesmo ar, caminhamos no mesmo planeta e, apesar de ainda não termos compreendido totalmente, partilhamos o mesmo destino.

Pode ver o trailer do filme em http://www.childrenoftheamazon.com/

A entrada é livre. Agradecemos no entanto que se inscreva, enviando um e-mail com o nome do filme e o seu nome para: childrenofamazon@gmail.com.

O Ciclo de Cinema “Cine-ONU / Direitos e Desenvolvimento” é uma iniciativa conjunta Plataforma Portuguesa das ONGD e UNRIC. Para mais informações, contacte-nos através do e-mail cesar.neto@plataformaongd.pt»

Também em Aveiro, no dia 2 de Março:
«A projecção terá lugar na Casa Municipal da Juventude de Aveiro, Rua Engº. Silvério P. Silva, pelas 17 horas. Será seguida de um debate que contará com a presença da realizadora do filme, Denise Zmekhol. Estarão, também, presentes, membros de Associações de Defesa Ambiental e dos Direitos Humanos. A entrada é livre. Agradecemos no entanto que se inscreva, enviando um e-mail com o nome do filme e o seu nome para: accaosocial@cm-aveiro.pt.»

Fonte: e-mails de César Neto, Responsável de Comunicação da Plataforma Portuguesa das ONGD



«Crianças da Amazônia acompanha a cineasta brasileira Denise Zmekhol em sua viagem pela estrada BR 364 até o coração da Amazônia, à procura das crianças Suruí e Negarotê que ela havia fotografado 15 anos antes. É um filme sobre uma viagem, em parte uma viagem no tempo – uma jornada que conta a estória do que aconteceu na vida da maior floresta do planeta quando a estrada cortou suas terras.» Ver mais sobre o filme na aqui na fonte.

domingo, 20 de maio de 2012

Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras vence concurso musical para a Rio+20

 O Coro Infantil de Santo Amaro de Oeiras está de parabéns, pois obteve o primeiro lugar no concurso internacional "Global Rockstar Rio +20 Music Contest", para crianças até 14 anos, com a canção Meu Planeta a Azul. Notícia chegada aqui através da Conversa Avinagrada, do Rogério Pereira, a quem agradeço e a quem peço para fazer minhas as suas palavras.



«Canção "Meu Planeta Azul" foi a mais votada online. Coro vai agora ao Brasil para cantar na Cimeira das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio+20. Falta angariar apoios para todas as crianças viajarem.»(Fonte: DN Artes)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Uma história para acordar

Healthy Child Healthy World é uma organização não lucrativa que induz um movimento para a capacitação dos pais a proteger crianças de substâncias químicas nocivas. 

Com as crescentes evidências que todos os dias ligam contaminantes ambientais com as doenças das crianças, como asma, dificuldades de aprendizagem, obesidade, cancro e outras, esta organização traduz a ciência para linguagem acessível e inspira os pais e cuidadores a criar ambientes saudáveis em que as famílias possam florescer. São seus objectivos:
 - Expandir a consciência dos riscos tóxicos e desnecessários, na saúde das crianças;
 - Incentivar acções simples e escolhas de estilo de vida responsáveis;
 - Defender políticas e legislação que protejam as crianças dos riscos ambientais para a saúde e,
 - Envolver comunidades para que actuem colectivamente no sentido de criar um mundo mais saudável.

O vídeo que se segue é da campanha de 2010. Espreite o site da Healthy Child Healthy World, não esquecendo de passar pelo "The 5 Easy Steps".

sexta-feira, 11 de março de 2011

"Permacultura para crianças" e para adultos também

O texto que se segue consta da primeira parte e da parte final de uma mensagem publicada no blogue Cultivar Biodiversidade e Permacultura, em Dezembro passado. Um excelente blogue, e um excelente post, que, apesar de um pouco longo, merece ser lido de princípio ao fim (ligação no título), para o entendimento da permacultura. 


A Permacultura é um conjunto de ferramentas e um processo para criar uma maneira de viver de forma sustentável, integrados nos nossos ecossistemas e nas nossas comunidades. É baseada na observação da Natureza e em fazer as ligações entre as disciplinas e sobre a história e processos, com o objectivo de satisfazer as necessidades humanas, deixando a terra mais saudável e abundante para as futuras gerações e as outras formas de vida.

Sistemas climáticos, agricultura sustentável, jardinagem, floresta, eco-construção, energias renováveis, a leitura da paisagem, comunidades e habitats, sistemas ecológicos de regeneração, sistemas alternativos de água e resíduos, restauração ecológica da paisagem, artes e ofícios de subsistência, economias alternativas,  recriação e reciclagem e mais ...

Este programa único vai proporcionar um ambiente no qual cada criança pode reacender sua conexão inata com a natureza de uma forma inspiradora,  divertida e segura.

Através de jogos baseados na natureza, actividades de artes e de orientação, as crianças aprendem conceitos e práticas de Permacultura e ética de gestão, a desenvolver uma relação íntima e pessoal com a Natureza, explorar, rastreamento na Natureza, espécies e ecologia da paisagem e do habitat, participar em actividades de percepção sensorial, a prática diária da natureza, desenho e pintura, e tudo com muito jogo, brincadeira e divertimento. Eis o que a programação diária será, em geral.

Se procura uma maneira de envolver as crianças no respeito e vivência na Natureza, nada melhor que ensinar a Permacultura. Os 12 princípios da Permacultura como definido por David Holmgren são lições maravilhosas e podem ser incorporados em quase qualquer currículo. Se você tiver um jardim da escola ou não, tente imaginar esses princípios integrados na sua classe. Eles podem ser transmitidos directamente ou utilizados como ferramentas em acções práticas para ensinar às crianças, ensinando pelo exemplo.

 1. Observar e interagir - Ao ter tempo, abertura e disponibilidade para envolver com a natureza, podemos criar soluções que atendam a nossa situação particular.

 2. Captura e armazenamento de energia - Com o desenvolvimento de sistemas que recolhem recursos quando eles são abundantes, podemos usá-los em momentos de necessidade.

 3. Obter um rendimento - Certificar que estamos recebendo recompensas verdadeiramente úteis, como parte do trabalho que se está fazendo.

 4. Aplicar a auto-regulação e aceitar o retorno - Precisamos desencorajar a actividade imprópria para assegurar que os sistemas podem continuar a funcionar bem.

 5. Uso e valor de recursos renováveis e de serviços - Fazer o melhor uso da natureza é a abundância de reduzir o nosso comportamento de consumo e dependência de recursos não-renováveis.

 6. Não produzir resíduos - Ao valorizar e fazer uso de todos os recursos que estão disponíveis para nós, nada se perde.

 7. Design de padrões para detalhes - Olhando de cima, podemos observar padrões na natureza e na sociedade. Estes podem formar a espinha dorsal dos nossos projectos, com os detalhes preenchidos e enriquecidos.

 8. Integrar ao invés de segregar - Ao colocar as coisas certas no lugar certo, desenvolvemos relações entre as coisas e capacitamos para trabalhar em conjunto no apoiar uns aos outros.

 9. Usar soluções pequenas e lentas - sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

 10. Uso e valorização da diversidade - Diversidade reduz a vulnerabilidade a uma série de ameaças e aproveita a vantagem da natureza única do ambiente em que está.

 11. Use as margens e o valor marginal - A interface entre as coisas é onde a maioria dos eventos interessantes acontecem. Estes são muitas vezes os elementos mais valiosos, diversificados e produtivos no sistema.

 12.Usar a criatividade para responder à mudança - Podemos ter um impacto positivo na mudança inevitável observando cuidadosamente, e depois intervir no momento certo."

(...)

"A nossa geração está apenas a despertar para a necessidade de avançar para uma nova direcção cultural, afastando-se do conceito que "a terra pertence ao homem", para o conceito de que "a humanidade pertence à terra". Estamos apenas começando a viagem. Vamos chegar tão longe quanto pudermos, aprender tanto quanto possível, estabelecer o quanto podemos e passá-lo para as crianças.

Estamos apenas a começar, mas podemos começar por algum lado, começar onde estamos, atrair outras pessoas, partilhar recursos, os excedentes e os terrenos que podemos ter. Divertir com tudo isso, conhecer novos amigos. A vida é uma viagem, é o tempo para o próximo capítulo. Vamos para fora encontrar a nossa comunidade ou tribo. Combinar o que temosde habilidades, energia, terra, dinheiro, ou em casa para uma atitude mais positiva e construtiva. Pensar do lado de fora da caixa, para na verdade nos livrar da caixa."

terça-feira, 1 de junho de 2010

No Dia da Criança, adira ao Cartão Solidário

Há dias chegou-me a casa o Cartão Solidário, pois já tinha o provisório há umas semanas. Custou-me apenas 10 euros e tem dois anos de validade. Cada vez que o titular usa este cartão nas lojas e empresas aderentes tem descontos e ao mesmo tempo contribui para a realização das obras sociais de 4 Instituições de Solidariedade Social. O Cartão Solidário é o primeiro projecto da Associação Sorriso Solidário, associação que nasceu da vontade de realizar e apoiar iniciativas orientadas para a minimização de desequilíbrios sociais, culturais e ambientais.

"O titular do Cartão Solidário beneficia de descontos que vão dos 5 aos 50% em várias marcas aderentes ao longo do país. Parte do valor desse desconto, é encaminhado pelas empresas associadas, para as Instituições Beneficiárias do projecto. De dois em dois anos, é realizada uma nova Edição do projecto, elegendo-se novas 4 Instituições, para que possa ajudar várias causas e contribuir para diferentes obras sociais propostas."

São mais de três dezenas as entidades aderentes, mas espero que a AEP, como parceira do projecto, impulsione rapidamente muitas mais empresas a aderirem.

A edição II do Cartão Solidário tem como beneficiárias as seguintes instituições, todas de apoio a crianças:

FUNDAÇÃO GIL - Fundação de Apoio a Crianças e Jovens Internados
"A Fundação do Gil tem como fins principais, contribuir para o bem estar, a valorização pessoal e a plena integração social das crianças e dos jovens que, por razões de natureza diversa, se encontrem internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares, prisionais ou outras. No âmbito do Cartão Solidário, a Fundação do Gil propõe-se a criar a Segunda Unidade Móvel de Apoio ao Domicilio para crianças cujos tratamentos se prolongam por um longo período de tempo."

ASSOCIAÇÃO NOVO FUTURO - Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens
"A Associação Novo Futuro tem por objectivo criar e gerir pequenos Lares para Crianças e Jovens privados de ambiente familiar ou retirados à família por ordem dos Tribunais."

ASSOCIAÇÃO RARÍSSIMAS - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras
"Apoia doentes, familiares e amigos que convivem de perto com as Doenças Raras. Para contribuir para um conhecimento mais aprofundados daquelas doenças, organiza congressos e seminários, forma voluntários, promove a pesquisa e estudos epidemiológicos e proporciona apoio domiciliário ao portador e família e realiza parcerias internacionais."

ASSOCIAÇÃO SOL - Associação de Apoio a crianças infectadas/afectadas pelo VIH/SIDA
"Assegura a higiene, alimentação, educação, medicação e acompanhamento hospitalar das crianças, dá apoio familiar e proporciona ajuda em géneros alimentares, fraldas, artigos de higiene, vestuário, medicamentos, pagamento de creches, amas, passes sociais, rendas de casa, aparelhos auditivos, etc."

Devemos reflectir sobre a educação que estamos a dar aos nossos filhos, pois ela é sobretudo o nosso exemplo e os nossos valores. Se nós ajudarmos os que mais precisam, as nossas crianças vão aprender essa acção e esse valor e irão ajudar a construir um mundo mais justo e solidário.

Neste Dia da Criança, semeie esta ideia. Regue-a e alimente-a, pois ela dará os seus frutos.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Como será a saúde das nossas crianças?

Nada deve influenciar mais a nossa saúde do que aquilo que comemos ou que respiramos. Desde há um século, o modo de produzir alimentos tem vindo sucessivamente a integrar cada vez mais o uso directo ou indirecto de produtos químicos que acabam por afectar a saúde, uns mais outros menos. Sempre com vista à produção em larga escala, com "aceleradores" de crescimento, e com o objectivo geral que move este mundo - maximizar o lucro. Como se não chegasse essa parafernália de produtos químicos, querem-nos impor agora os transgénicos, cujos efeitos nem sequer foram devidamente estudados ou "testados". Se é verdade que a esperança média de vida está a subir na nossa geração, também estão em escalada um número de doenças graves que afectam cada vez mais população, e em faixas etárias mais baixas. A saúde das próximas gerações será provavelmente pior que a nossa. O que dirão as nossas crianças no futuro? Vejam o vídeo abaixo.

A menina da foto chama-se Carmen, tem 5 anos e sofre de leucemia. Felizmente já encontrou um um dador de medúlea óssea compatível, mas muitos como ela ainda não. No seu blogue Carmenzita, pode ver as datas de colheitas de sangue para potenciais dadores. 



Acrescentado em 20/03/2013: Filme completo e legendado em http://youtu.be/Ia9bL_PiLu8

domingo, 30 de agosto de 2009

E-waste - lixo tecnológico, crianças envenenadas



No semanário Expresso deste fim de semana foi publicado um artigo "Cemitérios de Tecnologia", de Cristina Pombo, Pedro Cordeiro e Carlos Esteves, sobre lixo tóxico. É relatado o que acontece a aparelhos electrónicos que vão para o "lixo": porque é mais barato, milhares de toneladas de lixo electrónico viajam da América e da Europa para países pobres de África e da Ásia (os custo de deposição na Europa são 100 vezes superiores a levar para África). Aí, são depositados a céu aberto, sem qualquer controle, sem qualquer cuidado ou protecção. Depois, são crianças, muitas vezes forçadas pelos pais, a trabalhar nessas sucatas carregadas de produtos tóxicos, que esmagam os componentes com pedras e os derretem para extrair metais como alumínio e cobre. Neste processo, ainda libertam mais produtos tóxicos para a atmosfera. Poluem o solo, a água e o ar. Envenenam aquelas crianças, mulheres e homens que ali trabalham, e muitas outras pessoas que acabam afectadas.

No caso da Europa, não é legislação que falta. Como sempre, o que falta é o controle e a fiscalização. É preciso vermos. É preciso falarmos. É preciso denunciarmos.

De seguida, o filme da Greenpeace mostra os "processos" a que são submetidos estes resíduos e quais os materiais tóxicos presentes.



Vejam também a reportagem "Digital Dumping Ground" de Peter Klein sobre o que se passa no Gana, um dos países mais afectados pelo lixo tecnológico, na China e na Índia (link: Frontline World).

Pense duas vezes antes de substituir os seus computadores, televisores, telemóveis, etc...  Precisa mesmo?

sábado, 29 de agosto de 2009

O melhor do mundo

Já dizia Fernando Pessoa que o melhor do mundo são as crianças.

Hoje lembrei-me dessa frase, quando amigas minhas me contavam histórias reais de como as crianças, bem pequenas ainda, as induziam, e exigiam, a separar os lixos para reciclar, a gastar menos energia, a consumir menos água. Com a sua pureza e inocência, as crianças são as primeiras a entender que precisamos de proteger o nosso planeta.

São mesmo o melhor do mundo!

Deixem-nas crescer a ser!