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domingo, 24 de março de 2013

Islândia - a democracia acima dos interesses financeiros

"Entre a democracia e os interesses financeiros temos de escolher a democracia
Olafur Grimmson (daqui)

Imagem de Reuters obtida aqui
Em janeiro passado, em Davos,  perguntaram ao presidente da Islândia, Olafur Ragnar Grimmson,  "porque é que a Islândia teve uma recuperação tão forte após o seu completo colapso financeiro em 2008, enquanto o resto do mundo ocidental luta com uma recuperação que não tem pernas para andar". Esta é parte da resposta que deu:

"… Fomos suficientemente sábios para não seguir as tradicionais ortodoxias prevalecentes do mundo financeiro ocidental nos últimos 30 anos. Introduzimos controles de divisas, deixámos os bancos falirem, proporcionámos apoio aos pobres e não introduzimos medidas de austeridade como você está a ver aqui na Europa. ...

... Por que é que os bancos são considerados as igrejas sagradas da economia moderna? Por que é que bancos privados não são como companhias aéreas e de telecomunicação às quais é permitido irem à bancarrota se tiverem sido dirigidas de um modo irresponsável? A teoria de que você tem de salvar bancos é uma teoria em que você permite aos banqueiros desfrutaram em seu próprio proveito o seu êxito e deixa as pessoas comuns arcarem com os seus fracassos através de impostos e austeridade. O povo em democracias esclarecidas não vai aceitar isso no longo prazo. ...
                                                                                                                            Fonte: Resitir.info

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Colapso

Aprender com o passado para entender o presente e para prever o futuro

Assim faz o filme "Colapso" (2010) da National Geographic, baseado no livro de Jared Diamond "Colapso - como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso", de 2005.

Analisando o que se passou com as sociedades Anasazi, na América do Norte, como o povo Maia na América Central e com o império Romano na Europa, paralelismos são traçados e demasiadas semelhanças são encontradas com a civilização de hoje. Todas elas colapsaram. Seguindo os mesmos passos, o que impedirá esta civilização de colapsar?

As argumentações e conclusões do filme podiam ter sido mais bem exploradas, aprofundadas e relacionadas, mas mesmo assim, vale a pena vê-lo.  Mas se pretende aprofundar sobre o que nos impede de prosperar no presente, então veja o documentário THRIVE.

sexta-feira, 2 de março de 2012

"Allegro Non Troppo" - Evolução

A animação de Bruno Bozzetto, 1976 "Allegro Non Troppo" é uma espécie de contraponto humorado ao filme de Walt Disney "Fantasia", de 1940. 

Recordo-me de, ainda bem jovem, ter visto esta animação do Bolero de Ravel na TV, uma única vez, e nunca dela me esqueci. Grande foi o impacto, já que a minha memória não é lá grande coisa! Hoje, finalmente, encontrei essa sequência no Youtube e aqui a partilho convosco. Falta-me agora ver o filme completo (85 min).

Esta parte da animação, com fundo musical de Maurice Ravel, faz uma caricatura muito bem conseguida da evolução das espécies e do "papel" do macaco-homem (ou homem-macaco). 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Porque ainda não acordámos?

Porque ainda não acordámos? Porque continuamos a viver em ilusão, em permanente estado de negação da realidade?

Tim Bennett, norte-americano de classe média, começou a acordar para o pesadelo ambiental global em meados da década de 80. Mas vivia tão ocupado a criar os seus filhos e a perseguir o sonho americano que nunca chegou a atuar de acordo com as suas preocupações. Até que decidiu investigar e fazer o documentário "What A Way To Go: Life at the End of Empire" (Onde fomos parar: Vida no fim do império).

"Uma coisa nos parece clara: a situação ambiental, política e económica de hoje é crítica, possíveis cenários são dos mais perturbantes e o lapso de tempo parece... iminente.  É como se tivéssemos acordado num comboio descontrolado, correndo selvajamente pelos trilhos, mantido no lugar por poderosas histórias culturais e alimentado pelo consumo desesperado do coração, sangue, ossos e carne do planeta. Se não arranjarmos maneira de parar este comboio já, nós chegaremos ao fim da linha
...
 Viaje comigo um instante. Olhe  melhor o comboio, os trilhos, o terreno pelo qual avançamos. Se vamos responder eficazmente, precisamos ter uma visão clara da situação." Tim Bennet, do filme

"Se não mudarmos de direção, chegaremos aonde nos dirigimos". Provérbio chinês, do filme

"Enquanto a civilização tem providenciado cada vez mais para nós, nos tornou cada vez mais infantis, de modo que somos cada vez menos capazes de pensar por nós mesmos, e cada vez menos capazes de nos sustentarmos. E isso nos torna cada vez mais num rebanho" Richard Heinberg, do filme

"Um caminho leva ao desespero e absoluta perda de esperança. O outro, à extinção total. Rezemos pela sabedoria de escolher corretamente." Woody Allen, do filme

Não sei se o documentário estará muito tempo online, pois não sei se quem o colocou no Youtube tem autorização. Por isso, não deixe de o ver inteiro e de o divulgar. É muito, muito bom! Mas, se não está familiarizado com as temáticas que se têm abordado neste blogue, prepare-se para enfrentar a realidade!







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