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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Oficina de Moeda Alternativa (Porto) 10, 14 e 17 de Novembro

Oficina de Moeda Alternativa   - 
Dias 10, 14 e 17 de Novembro, no Porto. Uma organização Horta-lá! Permacultura Urbana 




«10 de Novembro, Sábado, 15h-18h30
Moedas e Comunidades ~ Espaço Compasso (onde?)

  • Projecção do filme In Transition 1.0
  • Apresentação Moeda, Economia e Comunidade: As funções da moeda na interligação entre economia e comunidade. As moedas predominantes e a moeda alternativa.
  • Apresentação de exemplos de Moedas Alternativas no Estado Espanhol.
  • Debate.

14 de Novembro, 4ª feira, 22h
Trocais e Redes Comunitárias Online ~ Casa Viva (onde?)
Sessão hacktivista para a criação de uma plataforma de apoio ao sistema de trocas alternativo.
[Durante a semana, de 2ª a 6ª, decorrerão na Casa Viva as “nerd nights” às 21h30: sessões de desenvolvimento web para a criação de uma plataforma trocal.]


17 de Novembro, Sábado, 15h
Laboratório de Moeda Alternativa ~ Passeio das Virtudes (onde?)
Haverá distribuição de moletes porta-a-porta a partir das 8h, para moradores do quarteirão Torrinha, Cedofeita, Bombarda, Maternidade. Necessária inscrição!*
Em paralelo com a Feira de Trocas das Virtudes, a partir das 15h:

  • O que é a Economia Participativa? A propósito do lançamento do livro “PARECON, A Vida Depois do Capitalismo”, de Michael Albert (Editora 7nós). Apresentação de Júlio do Carmo Gomes
  • Apresentação dos grupos de trabalho definidos no final do sábado anterior, seguida de debate
  • Laboratório de criação, uso e saída de circulação de uma moeda alternativa
Segue-se a tigela de sopa, pão e vinho Às 20h no Gato Vadio! (onde?)

* A acção “Carro dos moletes” é uma iniciativa do artista plástico Manuel Horta.
Se vives entre as Ruas Torrinha, Breiner, Miguel Bombarda, Cedofeita e Largo da Maternidade, participa na primeira sessão desta oficina, a 10 de Novembro, e diz-nos quantos moletes gostarias de receber em casa no dia 17 de manhã através deste formulário!


Para mais informação escreve-nos para trocal at portolivre ponto net ou deixa uma mensagem na página de contactos do site Trocal Porto.
»

(fonte : Trocal Porto e e-mail de Yassine Benderra) 


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Bancos cooperativos

E se os bancos existissem para ajudar as pessoas que precisam e não para enriquecer ricos e banqueiros? Não deveria ser aquela a sua razão de existir? E se a sua função real é enriquecer ricos e banqueiros e empobrecer comunidades inteiras e países, não deviam ser banidos e proibidos?

Mas, quando as comunidades sabem o poder que têm e cooperam, há alternativa! Vejam os exemplos de bancos cooperativos: o banco JAK, na Suécia e banco Palmas, no Ceará, Brasil, que alia o microcrédito local à moeda local.


JAK Bank Report (2007) LEGENDADO PT (O Banco que não cobra juros!) from banco jak on Vimeo.



O texto que se segue é a explicação do funcionamento do banco JAK que consta no site do Youtube com o vídeo legendado em português:

"(Uma reportagem sobre um Banco Cooperativa que não cobra juros nos empréstimos! Gravada na Suécia e na Alemanha em Agosto de 2007.)

Na Suécia existe uma cooperativa com 36 500 membros com um crescimento associativo anual de 5%, onde os seus membros membros emprestam dinheiro uns aos outros sem cobrar quaisquer taxa de juro e que acabou por se tornar num banco, propriedade dos seus associados, um banco que não cobra taxas de juro. Não se trata de um conto de fadas, esse banco existe, situa-se na Suécia e chama-se JAK Medlemsbank. Além de ser uma instituição bancária, esta associação é sobretudo um movimento social criado em 1965 e reconhecido oficialmente como banco em 1997. Este sistema financeiro inovador está assim muito próximo da economia real, não necessita de ir buscar dinheiro aos mercados financeiros especulativos, prova que é possível emprestar dinheiro sem juros e que existem soluções para uma sociedade mais justa.

O sistema é relativamente simples, um associado que necessita de um empréstimo, terá, ao mesmo tempo o que o reembolsa mensalmente, de criar uma conta paralela de poupança de igual montante durante o mesmo período do empréstimo. No fim, quando acabar de pagar o empréstimo, poderá levantar a totalidade dessa sua conta paralela de poupança. Durante esse período, o banco vai utilizar essa conta poupança para financiar outros associados. No final o empréstimo não terá sido sujeito a qualquer taxa de juros.  Um exemplo prático:

Um dos sócios, com um depósito nulo no banco, necessita de 14 000 euros para um período de 11 anos. Vai ter de pagar:
15 euros por mês de despesas de funcionamento
106 euro por mês de reembolso do empréstimo
106 euros por mês numa conta poupança obrigatória
No total deverá pagar por mês 15 + 106 + 106 = 227 euros por mês
Ao fim de 11 anos, o empréstimo estará pago e simultâneamente, a sua conta poupança terá 14 000 euros, que poderá levantar ou deixar para a eventualidade de ter de vir a pedir outro empréstimo e nesse caso terá que criar uma conta poupança obrigatória de um montante inferior.

Numa economia como a nossa, baseada nas taxas de juros, o dinheiro é transferido dos mais pobres para os mais ricos, até se concentrar nas mãos de uma minoria. Actualmente a massa total do dinheiro que circula no mundo, é constituída, quase exclusivamente, pelo dinheiro proveniente das dividas e das suas taxas de juros. Este dinheiro especulativo não assenta em qualquer valor real, isto é em bens e serviços.

É o crescimento exponencial dessa massa monetária especulativa que irá acabar por atingir um ponte de rotura e provocará o desmoronamento da economia mundial tal como a conhecemos actualmente.

Esta iniciativa bancária prova que é possível construir uma economia sustentável e mais equitativa."

(Nota: O vídeo do banco JAK já aqui passou em 30/10/2011 integrado no post "Urge uma nova economia, e o futuro começa agora!", assim como a sugestão para o banco Palmas)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

“Será que a ASAE deixa?”

“Será que a ASAE deixa?”

Como apoiar a produção local e o comércio de proximidade?



 “Como apoiar a produção local e o comércio de proximidade?” é o tema de uma sessão de esclarecimento que decorrerá no próximo dia 17 de Dezembro, entre as 15:00 e as 17:00 horas, no auditório da Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda (Academia de Música de Paredes).

A iniciativa, promovida pela "Paredes em Transição – Associação para o Desenvolvimento Sustentável de Paredes" com o apoio da Junta de Freguesia de Castelões de Cepeda e da Associação Empresarial de Paredes, conta com a participação da ASAE e das Finanças.

O desconhecimento das leis e dos regulamentos, e dos métodos de actuação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, bem como as exigências fiscais, acabam, muitas vezes, por funcionar como um obstáculo ao desenvolvimento da economia local.

Esta sessão de esclarecimento procurará dar resposta a questões que se colocam aos "pequenos" produtores locais e a todos aqueles que lidam com produtos alimentares, querendo, também, contribuir para o desenvolvimento de uma economia local forte e resiliente.

Nesta sessão de esclarecimento poderá encontrar resposta a questões como:
  • “Poderei obter alguma receita adicional com a produção do meu quintal?”;
  • “Poderei valorizar a minha produção frutícola através de métodos de transformação tradicionais?”;
  • “Poderei obter alguma receita suplementar com a criação dos meus animais?”
  • “Como gerente de restaurante, poderei comprar produtos directamente ao produtor local, ou usar produtos do meu próprio quintal?»
Fonte: e-mail enviado por Paredes em Transição (press release)