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quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Greve Climática Global - 27 de setembro


«Somos vários movimentos, associações, e colectivos que têm estado empenhados na luta existencial pela justiça climática, e tal como ocorreu com as passadas greves climáticas estudantis internacionais de 15 de março e 24 de maio, consideramos essencial que Portugal mantenha uma participação activa neste movimento mundial. Segundo nos informa a melhor Ciência, a viabilidade material de um futuro com estabilidade climática não poderá ser alcançada sem uma modificação fundamental do nosso sistema produtivo, energético, de transportes, alimentação, florestas, entre outros.

Em setembro, vamos organizar uma semana de mobilizações que começa no dia 20, e acaba com uma Greve Climática no dia 27 de Setembro.»


Aqui mais perto de Famalicão:

Braga – Praça da República - 17h00

Guimarães – Largo da República do Brasil - 10h30

Porto - Praça da República - 17h00

Outras cidades e  locais:

Portugal:    https://salvaroclima.pt/

Internacionalhttps://pt.globalclimatestrike.net/  (

Ver também aqui

domingo, 11 de março de 2018

Enterrar de vez o furo - manifestação 14 de abril


«A ameaça de furos de petróleo paira sobre nós. Adiamentos, prorrogações, avaliações de impacto ambiental, renegociações… É hora de acabar de vez com as ameaças de furo de petróleo em Portugal. A força das populações, movimentos e autarcas, unidos a uma só voz para dizer não, para dizer que um furo de petróleo é uma guerra, será ouvida.

Porque precisamos de deixar de consumir combustíveis fósseis, de parar de investir numa indústria obsoleta que nos empurra a todos para o abismo, dizemos não. Porque precisamos de preservar o nosso litoral e o nosso interior, salvaguardar a sua biodiversidade da poluição catastrófica que significa o petróleo e o gás, dizemos não. Porque respeitamos as populações, actuais e futuras, dizemos não. Porque temos de travar as alterações climáticas e só o faremos se pararmos definitivamente de explorar e queimar hidrocarbonetos, dizemos não! Vamos enterrar de vez este furo, acabar com todos estes contratos e correr de vez para as energias limpas, rumo ao futuro.

Dia 14 de abril marchamos, desde o Largo de Camões até à Assembleia da República. Marchamos, vindos do Norte e do Sul, do Algarve, do Alentejo, de Peniche, do Porto, da Batalha e de Pombal. Marchamos pelo futuro. Vamos enterrar de vez este furo.

As organizações que gostariam de subscrever a convocatória, podem enviar email a enterrardevezofuro@salvaroclima.pt »

Fonte e INSCRIÇÃO PARA OS AUTOCARROS: www.salvaroclima.pt

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/206530796598995/


terça-feira, 17 de outubro de 2017

Portugal Contra os Incêndios

«Espaços florestais contínuos e, no caso em análise, ocupados predominantemente por monoculturas de eucalipto e pinheiro bravo não sujeitas a gestão adequada face ao risco de incêndio que representam, geram incêndios grandes e severos. 
...
«A sociedade portuguesa tem um distanciamento cultural em relação à floresta que urge ultrapassar. Por esse motivo, Portugal regista um elevadíssimo número de ignições por ano, valor que é seis vezes superior ao registado em Espanha e 19 vezes superior ao da Grécia. Neste domínio propõe-se a revisão da estratégia nacional de prevenção de ignições, convidando a comunicação social a desempenhar um papel pedagógico na área da prevenção e a montar um sistema de avisos automáticos e generalizados que permitam impedir ou, quando muito, reduzir o desproporcionado número de ignições que anualmente é registado. »

Fonte: Extrato do Relatório da comissão técnica independente sobre os incêndios de Pedrógão Grande

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(Imagem de TVI24)
«Há várias dezenas de anos prevíamos e denunciávamos publicamente que estávamos a transformar as nossas montanhas numa pira de óptimo material combustível, a que até um “iluminado” ministro chamou o “petróleo verde” de Portugal. Realmente tem razão; arde tão bem ou melhor do que o petróleo.
...
A Humanidade vive, actualmente, numa sociedade de economia de mercado, cuja preocupação predominante é produzir cada vez mais e com maior rapidez, de modo a conseguir-se o máximo lucro, no mais curto espaço de tempo. Por isso é que a plantação do eucalipto foi e é tão incentivada, pois o eucalipto é de crescimento muito rápido e um carvalho (que é nativo) não. O pior é que foi profusa e indiscriminadamente plantado.
...»
Jorge Paiva. Biólogo (29.09.2017). Fonte: A INCOMPETÊNCIA E A DESERTIFICAÇÃO DO PAÍS, em Associação de Plantas e Jardins em Climas Mediterrânicos

(Ver também: Incêndios florestais, causas e consequências (Jorge Paiva, 2013) )

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(Imagem de Paulo Cunha - EPA - obtida em RTP)
Portugal Contra os Incêndios

No próximo sábado, dia 21 de outubro de 2017, de Norte a Sul de Portugal, em várias cidades, as pessoas vão sair à rua para mostrarem que não aceitam mais a passividade perante a tragédia dos incêndios.

BASTA!

Não podemos aceitar que se aceite esta situação! Temos de mostrar que exigimos mudanças sérias já. 

 Alguns dos eventos marcados: 

E fora de Portugal:


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domingo, 27 de agosto de 2017

Amazónia: a destruição a todo o vapor!

O Presidente do Brasil assinou um decreto criminoso, que permite a destruição de 46 mil km2 da Amazónia, uma área equivalente a metade de Portugal, para a exploração mineira. Está na hora de "pagar os votos", diz a oposição, provavelmente com razão!

Imagem obtida aqui 
«Governo brasileiro extingue grande reserva natural na Amazónia para permitir exploração mineira
...  
O Presidente brasileiro promulgou um decreto na quarta-feira para extinguir quatro milhões de hectares de reserva natural na Amazónia para permitir a exploração de ouro e de outros minerais. A Reserva Natural de Cobre e Associados (Renca), criada em 1984 antes da queda da ditadura militar, situa-se nos estados de Amapa e Pará, no norte do Brasil, e tem uma área de 46 mil quilómetros quadrados, maior que o território da Dinamarca.»

Fonte: Expresso, 24/8/2017

«Negociatas políticas ameaçam preservação da floresta amazónica no Brasil
... 
A crise política está a transformar a maior floresta tropical do mundo numa moeda de troca usada pelo Governo para conseguir apoio político, alertam ambientalistas.
Os ativistas afirmam que, para aprovar reformas de austeridade e bloquear o avanço do processo judicial que o indiciava num esquema de corrupção revelado por executivos da multinacional JBS, o Presidente do Brasil, Michel Temer, negociou projetos de redução da proteção ambiental em troca de apoio.
Estes acordos foram firmados com os ruralistas, um poderoso grupo de parlamentares ligados ao agronegócio que quer ocupar áreas da Amazónia.»
Fonte: DNotícias, 27/8/2017

«Temer abriu área protegida às empresas mineiras e ao investimento estrangeiro. Oposição fala em ‘crime contra a floresta’

Michel Temer decidiu devolver o favor à bancada ruralista do Congresso Nacional, que o ajudou na rejeição da abertura de um inquérito às alegadas práticas de corrupção, e autorizou, na noite de quarta-feira, a exploração mineira numa área de 46 mil quilómetros quadrados na Amazónia, onde habitam duas tribos indígenas e se contam sete zonas de proteção ecológica.
A luz verde dada pelo Presidente do Brasil, que consiste numa desclassificação daquela área do estatuto de ‘reserva ambiental’, permitirá às grandes empresas de extração mineira, nacionais e internacionais, explorarem as reservas de ouro, cobre e ferro ali existentes.»
Fonte: Jornal i, 27/8/2017

Ajude a travar este atentado brutal, assine a petição:

Impeça que a floresta Amazônica vire um deserto

Entretanto, se está por Lisboa ou perto, participe na manifestação em defesa da Amazónia "Mexeu com Amazônia, Mexeu com o planeta!" , dia 31 de agosto às 19h, na Praça Luís de Camões:

«O Coletivo Andorinha convoca todxs para um Ato em Defesa da Amazônia e contra a agenda do governo golpista de Michel Temer.
Mais uma vez, o governo ilegítimo brasileiro fez avançar sua agenda neoliberal com a divulgação de 57 privatizações no Brasil e (pasmem) a extinção de uma área de proteção ambiental no coração da Amazônia para exploração de minério.
A área tem o tamanho da Dinamarca. O decreto que libera a exploração ameaça diretamente várias comunidades indígenas estabelecidas na Reserva do Cobre e permitirá a completa devastação do local.
O golpe que aconteceu no Brasil é um golpe continuado, é um golpe contra a população brasileira e agora um golpe contra a população mundial.
A notícia assustou o mundo. Vamos unir forças parar resistir e denunciar que não aceitaremos tamanha violência ambiental. Essa causa é universal!

Mexeu com Amazônia, Mexeu com o planeta!»
Fonte: Coletivo Andorinha / Evento Facebook  

E a propósito desta triste notícia e das diversas trumpalhadas, entre muitas coisas ruins que por esse mundo fora se fazem, o último vídeo do Prince Ea, sobre o destino da humanidade:




quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Não ao furo, Sim ao futuro! (12 de agosto, Odeceixe)

Quando as alterações climáticas se fazem sentir de forma tão aguda neste país, continuam as notícias sobre perfurações de petróleo na costa portuguesa. Conseguiu-se evitar perfurações na costa algarvia a sul, agora o foco é a costa do Algarve e alentejana a oeste, mas toda a costa portuguesa está em risco com os interesses económicos das petrolíferas. 

Assim, apela-se à participação na manifestação de 12 agosto na praia de Odeceixe, às 16h30.

Área de concessão da Galp: 46 quilómetros ao largo de Aljezur
 e a 80 quilómetros de Sines (imagem daqui).
«O presidente da Galp Energia, Carlos Gomes da Silva anunciou que a petrolífera tem agendado furos exploratórios para extração de petróleo na costa alentejana para a primavera de 2018. Ambientalistas realizam ação a 12 de Agosto, na praia de Odeceixe.
...
"Temos projetado para 2018 o poço de avaliação", disse o presidente da Galp, referindo que “tem tudo preparado” para furar no mar a 46 quilómetros ao largo de Aljezur e a 80 quilómetros de Sines. Carlos Gomes da Silva não especificou a área exata deste furo exploratório.

O furo terá a profundidade entre os 1200 e os 1600 metros e segundo o presidente da Galp, tem como objetivo avaliar “o potencial marítimo em termos energéticos”....

O movimento Standing Rock, liderado pelo ativista e artista americano John Quigley já tinha marcado uma ação na praia de Odeceixe. A manifestação integra os coletivos ASMA (Associação de Surf e Atividades Marítimas do Algarve), ALA (Alentejo Litoral pelo Ambiente), Climáximo e os municípios de Aljezur e Odemira que se juntam ao encontro internacional “Defend the Sacred: Imagina uma Alternativa Planetária” (link is external),  em Tamera.»  

Fonte: esquerda.net  


sábado, 24 de junho de 2017

Eucaliptos e estupidez

Como é que se pode, mesmo após a tragédia de Pedrógão Grande, querer destinar 9 milhões de euros para plantações de eucaliptos, já de si altamente rentáveis (e inflamáveis) em vez de utilizar essa verba para promover a plantação de carvalhos (menos rentável e menos inflamável) e espécies autóctones?

A explicação mais óbvia, é, claro, é o poder dos lobbies da indústria do papel, o querer ganhar muito dinheiro e depressa  à custa do que for preciso, nem que sejam vidas humanas.

Uma outra explicação, já a deu Einstein: «Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta." (daqui)


Fica aqui o apelo à participação nas manifestações por uma Floresta Sustentável  (ver mais aqui)

E não deixem de ver o vídeo da TeleSUR, abaixo.




sábado, 25 de maio de 2013

Marcha Contra a Monsanto, Porto, 25/5/2013

"Abaixo a Monsanto, Sementes Livres"


















Marcha contra a Monsanto - Será que nos importamos com a nossa soberania alimentar?

Hoje é o dia da Marcha Contra a Monsanto, a ocorrer em centenas de cidades do mundo.

Depois da mensagem de Vandana Shiva e da mensagem sobre as razões da Marcha Contra a Monsanto que já começou em algumas partes do mundo, apelo à vossa participação, com a esperança de que este dia marque um ponto de viragem na forma como passivamente as pessoas tem visto a sua liberdade de escolha ser eliminada pelas grandes corporações com a conivência dos governos.

«Será a indignação contra a "Lei de Proteção da Monsanto" um ponto de viragem no Movimento Alimentar?», como diz este artigo do Huffington post?

Será que nos importamos com a nossa soberania alimentar?

A Monsanto, sobretudo, mas também  outras empresas da biotecnologia e genética, têm imposto ao mundo  a alteração genética de plantas e mesmo animais. Não há estudos fidedignos suficientes sobre o impacto na saúde (estão a aparecer agora os primeiros estudos de médio prazo), o impacto na natureza e biodiversidade é assustador, o impacto na economia é devastador (as corporações ganham-no todo à custa da exploração dos agricultores), a liberdade de escolha das pessoas é seriamente diminuída pela falta de informação...


"CONTROLAR A ALIMENTAÇÃO PARA CONTROLAR O MUNDO": esse parece ser o lema e objetivo da Monsanto.


Entretanto, remeto para o vídeo que explica, num minuto, o que são OGM, e deixo aqui a compilação da Ana Teresa (que aqui deixou num comentário), que explica de forma muito clara o que são os transgénicos (e o que está por trás deles), e que está a ser usado num flyer nos Açores:


«Organismos Geneticamente Modificados, OGM ou transgénicos, o que são?

- São seres vivos, plantas, animais e microorganismos aos quais foram inseridos em laboratório e de maneira aleatória (não conseguem controlar onde os inserem), genes de outras espécies.

- Na natureza jamais ocorreriam estas modificações, por exemplo: soja e milho com genes de bactérias, tomates com genes de peixes, alfaces com genes de ratos, etc…

- Os OGM são ambientalmente perigosos, dado que as suas sementes têm contaminado as demais espécies tradicionais de modo incontrolável, apesar das margens de segurança que se impõem entre culturas. Detecta-se pólen a 2 000 m de altitude.

- Está provado que ao fim de alguns anos, os OGM provocam problemas de resistência a pragas, sejam plantas ou insectos. Outros, são aniquilados, tais como as abelhas, responsáveis por 80% da polinização. Os EUA têm vastos exemplos disto.

- Existem grandes indícios de efeitos negativos a longo prazo na saúde humana e animal, apesar destes estudos independentes não terem reconhecimento absoluto, devido ao enorme poder destas empresas. Os estudos que demonstram não haver efeitos negativos, são feitos pelas próprias empresas interessadas em vender.

- As poucas empresas, 6, que possuem milhares de patentes de OGM e as comercializam, têm vindo a comprar todas as outras empresas de sementes tradicionais. (Todas as sementes produzidas nestas culturas, são propriedade destas empresas)

- A maior delas é a Monsanto, que possui 90% do mercado (11 mil patentes), cujo historial de corrupção é vastíssimo. As outras são a Bayer, Syngenta, Dow, Basf e DuPont.

- Milhares de agricultores,tiveram os seus campos contaminados e foram obrigados a destruir as suas culturas e a indemnizar estas empresas, cujo objectivo é dominar o mercado mundial de sementes. Dar dinheiro a estas empresas, é deixá-las dominarem a nossa alimentação. Quem controla a alimentação, controla o mundo.

- As sementes tradicionais são a nossa herança genética e possuem um valor intrínseco incalculável. A humanidade tem-nas usado livremente há mais de 10 000 anos, mas esta liberdade está em risco…e tem-se vindo a perder milhares de espécies.

- Existe um enorme movimento de investigadores e populações contra estes organismos, mas os governos não têm conseguido aguentar as pressões de tão poderosas empresas.

- Curiosamente a Monsanto começou por vender os herbicidas Roundoup e Agente Laranja (este já proibido por ser extremamente tóxico, apesar de na década de 60 terem pulverizado milhares de pessoas com ele, causando imensas doenças), só mais tarde é que começou a vender as sementes das plantas desenvolvidas para sobreviverem ao Roundup.

- Não é uma questão de se estar contra a ciência, mas sim, contra os lucros exorbitantes sem qualquer ética e a perda da nossa auto-sustentabilidade alimentar.

- Com uma nova lei que pretendem aprovar, corre-se o perigo de que as práticas tradicionais dos agricultores se tornem ilegais e estas empresas, dentro da lei.

Procure na NET mais informação em http://www.stopogm.net  »


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Vandana Shiva: sobre a "Marcha Contra a Monsanto"

"A Marcha Contra a Monsanto é uma chamada para acabar com a ditadura sobre as sementes, sobre a vida, sobre a alimentação, e sobre a nossa liberdade" Vandana Shiva

Esta é a parte final da mensagem de Vandana Shiva no vídeo que se segue, e que aqui fica como complemento à mensagem anterior sobre a Marcha Contra a Monsanto, marcada para 25 de maio, no próximo sábado, em centenas de cidades do mundo inteiro.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

Marcha contra a Monsanto - 25 de Maio, pelo mundo fora!

«Em 25 de maio, ativistas de todo o mundo vão-se unir na Marcha contra a Monsanto.

Por que marchamos?
  • Os estudos têm mostrado que os alimentos geneticamente modificados da Monsanto podem levar a condições graves de saúde, como o desenvolvimento de tumores cancerígenos, infertilidade e defeitos congénitos.
  • Nos Estados Unidos, a FDA, a agência encarregada de garantir a segurança alimentar para a população, é dirigida por ex-executivos da Monsanto, e nós achamos que é um questionável conflito de interesses que explica a falta de investigação conduzida pelo governo sobre os efeitos de longo prazo dos produtos GM (geneticamente modificados).
  • Recentemente, o Congresso dos EUA e o presidente aprovaram a chamada "Lei de Proteção Monsanto" (Monsanto Protection Act), que, entre outras coisas, impede os tribunais de travar a venda de sementes geneticamente modificadas da Monsanto.
  • Por tempo demais, a Monsanto tem beneficiado dos subsídios corporativos e favoritismo político. Os agricultores biológicos e pequenos agricultores sofrem perdas enquanto a Monsanto continua a forjar o seu monopólio sobre a oferta alimentar mundial, incluindo os direitos exclusivos sobre patentes de sementes e composição genética.
  • As sementes transgénicas da Monsanto são prejudiciais ao meio ambiente; por exemplo, cientistas indicaram que têm contribuído para o “Colony Collapse Disorde” entre a população mundial de abelhas do mundo ((desaparecimento das abelhas).

Quais são as soluções que defendemos?
  • Votar com a moeda, comprando produtos biológicos e boicotando as empresas propriedade da Monsanto que usam transgénicos em seus produtos.
  • A rotulagem de transgénicos para que os consumidores possa facilmente tomar essas decisões informadas.
  • A revogação das disposições relevantes da "Lei de Proteção Monsanto"
  • Apelar para a pesquisa científica sobre os efeitos na saúde dos OGM.
  • Responsabilizar os executivos da Monsanto e políticos que apoiam a Monsanto, através da comunicação direta, do jornalismo de bases, meios de comunicação social, etc.
  • Continuar a informar o público sobre os segredos de Monsanto.
  • Ir para as ruas para mostrar ao mundo e à Monsanto que não vamos aceitar essas injustiças pacificamente.

Nós não queremos o clientelismo. Nós não queremos o veneno. É por isso que vamos na Marcha Contra a Monsanto.»



Veja neste site os locais onde estão organizadas as marchas pelo mundo fora no próximo sábado; ou neste calendáriohttp://bit.ly/16W7tAO

Em Portugal e no Brasil estão agendadas:

Portugal
Brasil
Para saber mais sobre a Monsanto, pode começar por aqui. A ética é algo que esta empresa desconhece de todo. Precisa urgentemente de ser travada na sua ambição de controlar todos os alimentos do mundo!


sábado, 15 de outubro de 2011

Porto, 15 de Outubro de 2011

Aqui fica um testemunho da manifestação de hoje, no Porto. A qualidade das imagens e dos vídeos obtidos através do telemóvel é muito fraca, por contraste com a qualidade das pessoas que lá estiveram.

Mas com a máquina fotográfica avariada, e por estas e outras, lá terá de servir para recordação de um dia muito importante para a mudança que aí vem.


(Para verem fotos em  condições, vejam em: Paulo Bico, Porto24,  Global Voices,  Diana Rui, A Educação do Meu Umbigo, 15.o, )

15 de Outubro de 2011




quarta-feira, 12 de outubro de 2011

15 de Outubro – Unidos por uma mudança global

"No dia 15 de Outubro pessoas de todo o mundo tomarão as ruas e as praças. Da América à Ásia, de África à Europa, as pessoas estão a erguer-se para lutar pelos seus direitos e pedir uma autêntica democracia. Agora chegou o momento de nos unirmos num protesto não violento à escala global.

Os poderes estabelecidos actuam em benefício de uns poucos, ignorando a vontade da grande maioria e sem se importarem com o custo humano ou ecológico que tenhamos que pagar. Há que pôr fim a esta situação intolerável.

Unidos em uma só voz, faremos saber aos políticos e às elites financeiras que eles servem, que agora somos nós, o povo, que decidirá o nosso futuro. Não somos mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros que não nos representam.

No dia 15 de Outubro encontramo-nos nas ruas para pôr em marcha a mudança global que queremos. Vamos manifestar-nos pacificamente e vamos organizar-nos até atingirmos o nosso objectivo.

Chegou a hora de nos unirmos. Chegou a hora de nos ouvirem."

Saiamos às ruas do mundo o dia 15 de outubro!"     (Fonte: http://www.15deoutubro.net/)



Hora: a partir das 15:00h até às 24h  |  Locais:

Portugal  |  http://www.15deoutubro.net/

Resto do Mundo | http://15october.net/


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

20 de Agosto - o mundo em defesa da Amazónia

Amanhã, sábado, dia 20 de Agosto, no Brasil e no mundo inteiro pessoas sairão ás ruas em defesa dos povos, da floresta e dos rios da Amazónia, contra a construção da barragem de Belo Monte.

Em Portugal, as manifestações ocorrerão junto ao Consulado do Brasil, no PORTO -  Av. FRANÇA nº 20 e em LISBOA -  Praça de Luís de Camões - CHIADO, entre as 15:00h e as 18:00h


Saiba mais aqui sobre o impacto desta barragem nos povos, na floresta e no ecossistema da Amazónia, na zona do Rio Xingu, ou na página do Movimento Xingu Vivo para Sempre.

sábado, 10 de abril de 2010

Manifestação contra o arroz transgénico - Lisboa e Porto

A Plataforma Transgénicos Fora convoca todos os cidadãos a manifestarem-se contra a proposta de introdução de arroz transgénico na União Europeia. No próximo sábado, dia 17 de Abril a partir das 15h, no Rossio, em Lisboa.

"Esta manifestação está integrada num dia internacional de acção contra os transgénicos, por isso contamos com a vossa presença em Lisboa, no Rossio às 15h para participar e animar a festa, que será muito importante para informar sobre a tentativa da Bayer de fazer com que se comece a produzir arroz transgénio para consumo humano em Portugal. O Governo português ainda não tomou posição sobre esta questão, mas calcula-se que se os cidadãos não se manifestarem, dirá o Sim à Bayer... " (d' aqui)

AGORA TAMBÉM NO PORTO! Às 15h, nos Aliados (perto do McDonalds), para todos os que na Invicta gostam de arroz e querem continuar a comê-lo sem transgénicos!

Ler mais na Plataforma Trangénicos Fora