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sábado, 8 de agosto de 2009

O sonho….

O sonho, um dos temas preferidos dos poetas, existe enquanto vislumbramos possibilidades de ele se realizar. O sonho vai-se perdendo... não podemos viver com o que sonhamos, mas com a realidade. O sonho é o nosso refúgio… enquanto é possível!
Ontem ouvi um pensamento que, para fim de conversa, costumo subscrever “somos todos humanos, o ser humano é egoísta e ambicioso, não podemos, então, esperar que as sociedades humanas sejam perfeitas e justas porque foram construídas e são governadas por seres humanos”.
Isto não é verdade!
A maioria dos seres humanos é “boa”! Somos, no entanto, genericamente governados pela minoria de seres humanos “má”, são estes que anseiam pelo poder e são estes que têm força interior para lá chegarem… nada têm a perder!
É fácil estruturarem-se democracias padrão, mas também é fácil que estas se tornem fictícias, e é mais fácil lutar contra um poder absolutista do que contra uma democracia de “fachada”.
O “sonho” é vislumbrar uma forma de esta maioria, silenciosa e impotente, poder modificar as sociedades e o seu governo, poder alterar o curso dos acontecimentos, poder exigir honestidade. Votar periodicamente em partidos políticos cheios de vícios, interesses, autênticos ninhos de tudo aquilo que consideramos a vergonha das sociedades é quase nada! É o contra-senso democrático! Grande parte das pessoas não sabe em quem votar, vota pela negativa ou no dito voto útil. Será que não se pode fazer melhor que isto?
Dizem-nos que vivemos em sociedades desenvolvidas, onde as palavras de ordem são liberdade, justiça e solidariedade, assim sendo

tem que existir outro modelo de democracia!