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domingo, 16 de junho de 2019

Antropoceno - pedido de colaboração


Este é um convite à colaboração na realização de um curto documentário que reflicta o estado de degradação que a espécie humana provou no planeta, e que está a levar à 6ª extinção em massa, que já começou.

O desafio parte de Henrique Zamith, músico e permacultor famalicense, e só será possível produzir com a colaboração voluntária,  através do envio de vídeos sobre o tema, sem pessoas, para fazerem parte deste documentário.

 O projeto tem vindo a ser divulgado a partir da página no Facebook:  The Anthropocene - short musical documentary

Colaborem e divulguem! 

«PARTILHA SE TE FIZER SENTIDO

Antropoceno: pedido de colaboração

Olá!
O meu nome é Henrique. Vivo em Portugal. Estou a produzir um documentário musical de curta duração - O Antropoceno, estou a pedir a colaboração de pessoas um pouco pelo planeta fora.

Um desafio global com uma solução global. Digo eu.

Sou músico e professor de música. Estou a produzir o documentário baseado nas colaborações que for capaz de reunir, pois não tenho nem orçamento nem apoio financeiro.

O videos usados no documentário serão creditados a quem os partilhe, não pagarei qualquer valor pelos videos, pois não tenho qualquer orçamento para isso.

O Documentário será curto, e o objectivo principal será, utilizando a internet, contribuir para a consciencialização da devastação ecológica e do declínio das espécies animais, num formato curto facilmente reproduzível em qualquer contexto. Criando assim uma pequena caracterização do Antropoceno.

O meu pedido de colaboração é para Videos HD que possam ter acesso e partilhar.

Para o documentário preciso de:

- Videos curtos de apenas alguns segundos,
- Videos em Alta definição (HD);
- Videos sem Homo Sapiens. MUITO IMPORTANTE.
- Local e data do video.
- Videos de habitats devastados/degradados.
- Videos de declínio de espécies Animal (sem Homo Sapiens nos videos).

POR FAVOR CONTACTE-ME:

- Se tem qualquer questão sobre a produção.
- Se quer partilhar um video mas tem dúvidas se pode ser usado.
- Se quer colaborar, mas de outra forma.
- Usa anthropocene.doc@gmail.com para contacto.

VIDEOS REJEITADOS:

- Videos com a presença de Homo Sapiens na imagem serão rejeitados.
- Videos de baixa qualidade de imagem serão rejeitados.
- Videos com conteúdos inapropriados serão rejeitados.
- O Documentário será curto. Se necessário os videos serão selecionados tendo como critério a qualidade e a riqueza do conteúdo.

Obrigado pela sua colaboração e espero pelo seu contacto em breve,

Henrique Zamith
anthropocene.doc@gmail.com»

https://www.facebook.com/The-Anthropocene-short-musical-documentary-353607921933527/

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«SHARE IF IT WORTHWHILE 

The Anthropocene call for collaboration:

Hello!

My name is Henrique. I live in Portugal. I’m producing a musical short documentary (doc) The Anthropocene. I'm requesting collaborations from people a little all over the planet.
A global challenge with a global solution, I say.

I’m a musician and music teacher. I’m doing the doc based on the collaborations that I might gather, I have no budget or financial support.
I will credit the videos to whom might share them, I will pay NO roallitiaes for the videos because I don’t have budget for that.

The doc will be short, and the overall goal is to raise awareness over the internet to ecological devastation, and animal species demise, in a format easily playable in any context. A little characterisation of The Anthropocene.

My request is about HD Videos that you might have.

For the short documentary I need:

- Short videos of a few seconds,
- HD Videos;
- No Homo Sapiens on the videos. VERY IMPORTANT.
- Location and date of the video
- Habitat devastation videos
- Animal species/habitat demise videos (no Homo sapiens on the videos).

PLEASE CONTACT ME:

- If you have questions about the Anthropocene production collaboration.
- If you want to share a video, but you are not sure that it could be used.
- If you want to collaborate, but in a different way.
- Use anthropocene.doc@gmail.com for contact

VIDEOS WILL BE REJECTED:

- Videos with Homo Sapiens on the image will be rejected.
- Videos with low imagem quality will be rejected.
- Videos with improper content will be rejected.
- The doc shall be short. If necessary, videos will be selected based on their content quality.

Thank you for your collaboration I hope to ear from you.

Henrique Zamith
anthropocene.doc@gmail.com
»

https://www.facebook.com/The-Anthropocene-short-musical-documentary-353607921933527/
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domingo, 19 de novembro de 2017

A maior crise ambiental

Crise Ambiental | Porque amanhã é sempre tarde demais

Estamos na maior crise ambiental da história desta civilização. Nunca como agora a humanidade enfrentou desafios tão grandes. A escassez de recursos, as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e as desigualdades, colocam-nos num ponto em que grandes remédios já não chegam para grandes males. Vamos precisar também dos pequenos remédios, de todos eles.

V. N. de Famalicão: Lemenhe – crepúsculo; set/2014
A população aumenta, os recursos escasseiam

Hoje o nosso planeta sofre, agudamente, com o excesso de recursos que a espécie humana utiliza. Por um lado, o crescimento exponencial da população, que duplicou nos últimos 45 anos (de 3,7 mil milhões em 1970 para 7,6 mil milhões atualmente); por outro lado, o gigantesco consumo de recursos provocado por uma sociedade que usa e deita fora, que valoriza o ter em detrimento do ser e que dá primazia a uma economia sem ética, obsoleta, que depende do consumo e do crescimento; por último, um planeta que é finito. Tudo isto junto, e estamos numa crise sem precedentes na história da humanidade. Consomem-se mais 50% de recursos do que a Terra consegue regenerar, a pegada ecológica dos países ditos “desenvolvidos” é muitas vezes superior ao sustentável. Precisaríamos de muitos planetas Terra para continuar neste ritmo; mas há só um. Acrescentemos a isto ainda as alterações climáticas, e estamos num caldeirão explosivo.

As alterações climáticas já aí estão

O dióxido de carbono (CO2) é um gás que faz parte da composição da atmosfera. É essencial à vida, e a sua capacidade para provocar o efeito de estufa permitiu o desenvolvimento das sociedades humanas. Desde que a agricultura apareceu e as civilizações humanas se começaram a desenvolver, há cerca de 10 a 12 mil anos, e até à era pré-industrial (1750), a concentração de CO2 na atmosfera manteve-se abaixo das 200 ppm (partes por milhão); a partir daí, a queima do carvão e do petróleo e seus derivados, motivaram a revolução industrial e também o aumento da concentração de CO2 na atmosfera. Hoje ultrapassamos as 400 ppm e a atmosfera e o oceano estão mais quentes. Não faltaram avisos dos cientistas nas últimas três décadas sobre o efeito das emissões de CO2 no aquecimento global e nas alterações climáticas; mas a tal primazia da economia ensurdeceu políticos e populações. Hoje sentimos na pele e no nosso território as alterações climáticas: a seca, os incêndios devastadores; noutros lados, furacões mais intensos do que nunca e chuvas torrencialmente destruidoras.

A sexta extinção em massa

Penacova: Rio Mondego – teia de aranha; nov/2016
A sexta extinção em massa já começou, e foi a espécie humana, com os seus impactos territoriais e ambientais, que a causou. A desflorestação e a perda de biodiversidade são alarmantes. Os cientistas estimam que atualmente se extingam entre 11 mil e 58 mil espécies por ano. Só em animais vertebrados terrestres, extinguiram-se pelo menos 27600 espécies desde o início do século 20. Desde 1990, foram destruídos 129 milhões de hectares de floresta (o que corresponde a 14 vezes a área de Portugal), transformando-a em produção de monoculturas de alimentos para gado, produção de biocombustíveis, extração mineira (Amazónia), para a indústria alimentar (óleo de palma na Indonésia), ou mesmo para a extração de petróleo (areias betuminosas no Canadá). Para além dos impactos negativos na biodiversidade e nas populações locais, a desflorestação implica a redução drástica de absorção de CO2 e tem impactos diretos e indiretos no clima. O planeta sofre, mas o planeta vai sobreviver, com mais ou menos espécies; o mesmo não se pode dizer desta civilização e da espécie humana.


As desigualdades a aumentar

Na era da globalização, as disparidades no estilo de vida humana são também sintoma de uma sociedade global profundamente em crise. As comunidades não vivem desligadas do ambiente que as rodeia e são afetadas pelo ambiente global, como vemos no caso das alterações climáticas. Enquanto que uma pequena parte da população, ligada ao mundo corporativo, acumula cada vez mais riqueza, a maioria, sobretudo dos países do hemisfério sul, é despojada de suas terras e vive em condições de miséria. Parece inadmissível, mas 1% da população global detém a mesma riqueza que os 99% restantes; aliás, os oito (apenas 8) homens mais ricos do mundo têm tanta riqueza como metade da população mundial. A escassez de recursos das populações mais desfavorecidas espoleta, inevitavelmente, conflitos, e a situação agrava-se. Nunca houve tantos refugiados como nos últimos anos.


Enfrentar a crise


Mirandela: Rio Tua – pedrada na água; out/2014
Quando nos deparamos com a dimensão da crise ambiental (e social, pois estão e estarão sempre ligadas), a nossa primeira reação é negar, agir como se ela não existisse. É nesse estado de negação que se encontra ainda a grande maioria da população. Depois, quando paramos de negar e aceitamos os factos e as evidências, ficamos pessimistas, desanimados, revoltados ou mesmo desesperados. Acabaremos mais tarde por perceber que o pessimismo e o desespero não resolvem nada, que nos resta fazer a parte que nos cabe, esperando que possamos contagiar aqueles que nos rodeiam a fazer a parte deles.
Hoje é já muito tarde. Mas amanhã será ainda mais tarde. Talvez estejamos no ponto de não retorno. Ou talvez possa haver algo a fazer, talvez consigamos viver de forma mais sustentável e em harmonia com a natureza. Devemos a esperança às gerações futuras, aos nossos filhos (ou dos nossos amigos), netos e bisnetos; precisamos de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para lhes deixar um planeta onde possam viver e ser felizes. Não chega esperar que os políticos ou os poderosos façam alguma coisa. Sim, é necessário que eles se empenhem. Mas não chega, temos de lhes exigir, e temos de dar o exemplo. Todos e cada um!


Como disse Edmund Burk: 
Ninguém cometeu maior erro que aquele que não fez nada, só porque podia fazer muito pouco”.

Fontes dos dados numéricos: worldometers;  FAOBBCwikipediaobservadorpúblico

Texto publicado primeiramente no recente Jornal Digital  VILA NOVA, em 10/11/2017

domingo, 16 de julho de 2017

A sexta extinção em massa, aí e a acelerar!

«Cientistas alertam para sexta extinção em massa na Terra

Uma “aniquilação biológica” da vida selvagem nas últimas décadas é a conclusão de um novo estudo que dá conta de que milhares de milhões de mamíferos, aves, répteis e anfíbios desapareceram em todo o mundo desde o início do século XX. Para os cientistas significa que está em curso a sexta extinção em massa na história da Terra. O tempo para agir "é muito curto" e a humanidade acabará por pagar um preço muito alto.


O estudo foi conduzido pelos cientistas Gerardo Ceballos, Paul R. Ehrlich e Rodolfo Dirz e analisou 27.500 espécies de vertebrados terrestres (aves, répteis, anfíbios e mamíferos) desde o ano 1900.

Publicado pela PNAS - a revista oficial da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a análise dos investigadores incidiu sobre a redução das populações em espécies existentes, raras e comuns, em vez de analisarem o número de espécies extintas ou em perigo de extinção, processo que era habitualmente utilizado.



“A aniquilação biológica resultante terá, obviamente, sérias consequências ecológicas, económicas e sociais. A humanidade acabará por pagar um preço muito alto pela diminuição do único conjunto de vida que conhecemos no Universo”, explicou ao The Guardian um dos autores do estudo, o mexicano, Gerardo Ceballos.

Rinoceronte filhoteE acrescenta: “A situação tornou-se tão má que não seria ético não usar linguagem forte (…) Todos os sinais apontam para agressões ainda mais poderosos à biodiversidade nas próximas duas décadas, criando uma perspetiva sombria para o futuro da vida, incluindo da vida humana”.

A vida selvagem está a desaparecer devido à destruição do habitat, à poluição, à invasão de espécies exóticas e às alterações climáticas. Mas a principal causa é “a sobrepopulação humana, o crescimento populacional contínuo e o superconsumo”

Fonte e artigo completo (11/7/2017)  em RTP: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/cientistas-alertam-para-sexta-extincao-em-massa-na-terra_n1013982#




quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A sexta extinção em massa



«Os novos dados científicos preveem que o processo de extinção da humanidade já começou, é irreversível, e estará terminado por volta de 2040.»

Imagem obtida em It's Okay To Be Smart
«Nós estamos na sexta extinção em massa. Há 5 eventos de extinção verdadeiramente profundos na história deste planeta antes deste. A 6ª extinção em massa é aquela impulsionada por nós, e está a progredir mais rapidamente do que qualquer uma das anteriores»

«A extinção ocorrerá porque as plantas na terra e o plâncton nos oceanos não conseguem responder atempadamente às mudanças rápidas que estão a ocorrer.»

Guy McPherson, Professor Emérito de Recursos Naturais, Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade do Arizona (fonte: O MODELO COOPERATIVO FAMILIAR)

Já há mais de 4 anos aqui se falou da 6ª extinção em massa...  agora estamos um pouco mais perto!

Vejam o recente (outubro 2016) filme do National Geographic "Before The Flood", com Leonardo DiCaprio (acima).  Se acham preocupante, então vejam a entrevista (2014) ao autor das frases acima nestes vídeos: PARTE1 e PARTE2 

«O maior defeito da espécie humana é a nossa incapacidade de compreender a função exponencial" Albert Bartlett 

Desculpem o pessimismo, mas hoje não dá para outra coisa. Talvez amanhã seja diferente.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"Como enfrentar a sexta extinção em massa?" por Leonardo Boff


por Leonardo Boff, 26/02/2012

«Referimo-nos anteriormente ao fato de o ser humano, nos últimos tempos, ter inaugurado uma nova era geológica – o antropoceno – era em que ele comparece como a grande ameaça à biosfera e o eventual exterminador de sua própria civilização. Há muito que biólogos e cosmólogos estão advertindo a humanidade de que o nível de nossa agressiva intervenção nos processos naturais está acelerando enormemente a sexta extinção em massa de espécies de seres vivos. Ela já está em curso há alguns milhares de anos. Estas extinções, misteriosamente, pertencem ao processo cosmogênico da Terra. Nos últimos 540 milhões de anos ela conheceu cinco grandes extinções em massa, praticamente uma em cada cem milhões de anos, exterminando grande parte da vida no mar e na terra. A última ocorreu há 65 milhões de anos quando foram dizimados os dinossauros entre outros.

Até agora todas as extinções eram ocasionadas pelas forças do próprio universo e da Terra a exemplo da queda de meteoros rasantes ou de convulsões climáticas. A sexta está sendo acelerada pelo próprio ser humano. Sem a presença dele, uma espécie desaparecia a cada cinco anos. Agora, por causa de nossa agressividade industrialista e consumista, multiplicamos a extinção em cem mil vezes, diz-nos o cosmólogo Brian Swimme em entrevista recente no Enlighten Next Magazin, n.19. Os dados são estarrecedores: Paul Ehrlich, professor de ecologia em Standford calcula em 250.000 espécies exterminadas por ano, enquanto Edward O. Wilson de Harvard dá números mais baixos, entre 27.000 e 100.000 espécies por ano (R. Barbault, Ecologia geral 2011, p.318).

O ecólogo E. Goldsmith da Universidade da Georgia afirma que a humanidade ao tornar o mundo cada vez mais empobrecido, degradado e menos capaz de sustentar a vida, tem revertido em três milhões de anos o processo da evolução. O pior é que não nos damos conta desta prática devastadora nem estamos preparados para avaliar o que significa uma extinção em massa. Ela significa simplesmente a destruição das bases ecológicas da vida na Terra e a eventual interrupção de nosso ensaio civilizatório e quiçá até de nossa própria espécie. Thomas Berry, o pai da ecologia americana, escreveu:”Nossas tradições éticas sabem lidar com o suicídio, o homicídio e mesmo com o genocídio mas não sabem lidar com o biocídio e o geocídio”(Our Way into the Future, 1990 p.104).

Podemos desacelerar a sexta extinção em massa já que somos seus principais causadores? Podemos e devemos. Um bom sinal é que estamos despertando a consciência de nossas origens há 13,7 bilhões de anos e de nossa responsabilidade pelo futuro da vida. É o universo que suscita tudo isso em nós porque está a nosso favor e não contra nós. Mas ele pede a nossa cooperação já que somos os maiores causadores de tantos danos. Agora é a hora de despertar enquanto há tempo.

O primeiro que importa fazer é renovar o pacto natural entre Terra e Humanidade. A Terra nos dá tudo o que precisamos. No pacto, a nossa retribuição deve ser o cuidado e o respeito pelos limites da Terra. Mas, ingratos, lhe devolvemos com chutes, facadas, bombas e práticas ecocidas e biocidas.

O segundo é reforçar a reciprocidade ou a mutualidade: buscar aquela relação pela qual entramos em sintonia com os dinamismos dos ecossistemas, usando-os racionalmente, devolvendo-lhes a vitalidade e garantindo-lhes sustentabilidade. Para isso necessitamos nos reinventar como espécie que se preocupa com as demais espécies e aprende a conviver com toda a comunidade de vida. Devemos ser mais cooperativos que competitivos, ter mais cuidado que vontade de submeter e reconhecer e respeitar o valor intrínseco de cada ser.

O terceiro é viver a compaixão não só entre os humanos mas para com todos os seres, compaixão como forma de amor e cuidado. A partir de agora eles dependem de nós se vão continuar a viver ou se serão condenados a desaparecer. Precisamos deixar para trás o paradigma de dominação que reforça a extinção em massa e viver aquele do cuidado e do respeito que preserva e prolonga a vida.

No meio do antropoceno, urge inaugurar a era ecozóica que coloca o ecológico no centro de nossas atenções. Só assim há esperança de salvar nossa civilização e de permitir a continuidade de nosso planeta vivo.»


Fonte: leonardoBOFF.com (negrito meu)