Uma em cada três mulheres é vítima de violência.
Numa parte do mundo, e nos últimos 100 anos, as mulheres já melhoraram o seu estatuto, já têm mais direitos, mais oportunidades, mais liberdade e mais voz que as suas antepassadas; mas ainda estão longe de chegar à igualdade de género.
Mas em outras partes do mundo, mulheres e meninas continuam a ser discriminadas, violentadas, caladas, escravizadas, assassinadas.
Mais lá. Mas também cá!
Fazer leis para as proteger não basta, é preciso mudar culturas.
No passado mês de Julho de 2010, a Assembleia Geral das Nações das Nações Unidas criou a UN Women (ONU Mulher), órgão das Nações Unidas para a Igualdade de Género e Capacitação da Mulher. Assim, este 100º Dia Internacional da Mulher é o primeiro após a criação desta instituição que integra quatro outras instituições preexistentes, entre as quais a UNIFEM. Uma das prioridades deste organismo é a eliminação da discriminação e violência contra as mulheres."A igualdade de género não é apenas um direito humano básico, mas a sua concretização traz enormes implicações sócio-económicas. Capacitar as mulheres faz prosperar a economia, estimulando a produtividade e o crescimento.
No entanto, as desigualdades de género permanecem profundamente enraizadas em todas as sociedades. As mulheres têm mais dificuldade no acesso a trabalho decente e enfrentam a segregação e disparidades salariais entre homens e mulheres. Em muitos lugares do mundo, a elas é negado o acesso à educação básica e à saúde. Mulheres em todas as partes do mundo sofrem violência e discriminação. Elas estão sub-representadas nas camadas decisórias da política e da economia" (Fonte: UN Women)
Mais de 1,8 milhões já disseram não à violência contra as mulheres em Say NO UNitE. - End Violence against Women. Junte a sua voz e diga você também NÃO. Lembre-se do poder das palavras.






