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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Queremos Portugal inteiro uma ZONA LIVRE DE TRANSGÉNICOS

No passado dia 16, divulguei aqui a Resolução da Assembleia da República n.º 104/2010, onde a AR recomenda ao Governo que rejeite a comercialização de arroz transgénico LLRice62.

Seria de todo injusto que aqui não mencionasse outro diploma que foi publicado no Diário da República 3 dias antes, e que é muito mais corajoso e ambicioso: o Decreto Legislativo Regional n.º 15/2010/M, de 13 de Agosto, que declara a Região Autónoma da Madeira zona livre de cultivo de variedades de organismos geneticamente modificados (OGM).

Parabéns à Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira. 

Era excelente que Portugal Continental e os Açores seguissem o exemplo, rejeitando, não só o arroz LLRice62 da Bayer, como a batata  transgénica Amflora da BASF recentemente autorizada pela UE, assim como acabar com o cultivo do milho transgénico MON811 da Monsanto, e de todas as outras espécies geneticamente modificadas que estão em "ensaio" por esse país fora.

Com as espécies transgénicas, o uso de pesticidas aumenta, e matam tudo que não seja a espécie em causa, "desenhada" para tolerar esses químicos tóxicos. No entanto, nos Estados Unidos, onde o cultivo de transgénicos é enorme, a natureza reagiu e estão a aparecer em força super-ervas-daninhas que resistem aos pesticidas e dão cabo das culturas.   E como pensam resolver o assunto? Claro, com a causa do mesmo:  desenvolvendo químicos ainda mais tóxicos. Que acabam onde? a poluir a natureza e na cadeia alimentar!

Vejam o vídeo da reportagem de 2009, ou leiam a notícia recente aqui ou no blogue Bioterra.



O que é preciso é promover a agricultura de espécies tradicionais, que são tantas e tão boas, e a agricultura biológica, e acabar com a ditadura das grandes corporações químicas que produzem os OGM e respectivos pesticidas.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Ajudar os Madeirenses que precisam

A natureza em toda a sua força atingiu a Madeira. As consequências, embora os números ainda não sejam certos, já todos as conhecemos das notícias: cerca de 4 dezenas de mortos, dezenas de desaparecidos e feridos, centenas de famílias deslocadas, parte delas tendo perdido a sua casa, centenas de milhões de euros de prejuízo.
Para as famílias das vítimas mortais, apenas podemos enviar palavras de solidariedade, mas nada aliviará a sua enorme e irreversível perda. Para as pessoas deslocadas, desalojadas, e para aquelas que ficaram sem os seus haveres, podemos ajudar de várias formas. Estas são algumas:
  • Donativo de dinheiro (multibanco ou transferência bancária) ou haveres à CÁRITAS Portuguesa, campanha Cáritas Ajuda a Madeira
  • Através dos CTT, que oferecem o envio (transcrevo a seguir parte do site dos CTT):
"Em particular e desde 23/ Fevereiro, os CTT lançam uma campanha nacional de recolha de bens essenciais para envio para a Madeira, no âmbito do seu Programa de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social, com aceitação em todas as 900 Estações de Correio do País. Basta a qualquer pessoa dirigir-se a uma Estação de Correios, pedir a caixa solidária grátis, enchê-la com os bens e marcar como destinatário a palavra MADEIRA.
Não é preciso selo nem mais morada e o envio é grátis. Os CTT tratam de entregar os bens.


As Instituições destinatárias serão a Caritas da Madeira e a Associação Protectora dos Pobres do Funchal, que já informaram estarem a precisar, principalmente, dos seguintes produtos/bens:

- Lençóis
- Cobertores
- Mantas
- Almofadas
- Roupa interior (H/ S e criança)
- Roupa em geral
- Produtos de higiene
- Fraldas
- Leite em pó
- Comida para bébé
- Enlatados"