Esta triste história foi contada há dois anos num evento TEDxAmazónia por Felipe Milanez, mas dura há séculos, e, infelizmente, continua, continua, continua...
«Felipe Milanez já visitou pelo menos 150 tribos indígenas de norte a sul do Brasil. Cientista político formado na França, é também jornalista e foi editor da revista National Geographic Brasil.» (daqui)
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Florestar Portugal 2012
«Os benefícios que as florestas proporcionam, não permanecem apenas no local onde as árvores se encontram. Ao afectarem de forma positiva os sistemas naturais globais, disponibilizam benefícios para toda a Humanidade. Por isso estamos a construir uma “Floresta Comum”, para todos e por várias gerações.
A AFN – Autoridade Florestal Nacional, o ICNB – Instituto de Conservação da Natureza, a ANMP – Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza estabeleceram uma parceria com vista à criação de um programa de incentivo à reflorestação com floresta autóctone portuguesa, o FLORESTA COMUM.
A AMO Portugal em parceria com o "Floresta Comum", coordenado pela Quercus, pretende contribuir activamente e nesse sentido, vamos APROXIMAR todos os CIDADÃOS (e especialmente os JOVENS) DA FLORESTA!
No dia 24 de novembro vamos FLORESTAR PORTUGAL com árvores autóctones:
Freixo, Azereiro, Azinheira, Medronheiro, Carvalho-negral, Carvalho-português, Castanheiro, Cerejeira, Carvalho-alvarinho, Amieiro, Sobreiro, Borrazeira-preta, Sabugueiro, Vidoeiro, Ulmeiro
Vamos cuidar da nossa floresta, ela depende de nós e nós dela.
Sugestões de atividades:
1. Fazer o levantamento das árvores autóctones locais e identifica-las
2. Plantar bosques de árvores autóctones
3. Replantar árvores nos jardins das cidades
4. Fazer passeios pedestres para identificação das árvores
5. Para os mais velhos: fazer o mapa das árvores autóctones existentes no local
O "Florestar Portugal 2012" conta com a acção de voluntários na organização e na coordenação e espera-se a adesão massiva na sua concretização.»
Fonte : AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal. Saiba mais em: http://www.amoportugal.org/ ou no programa Portugal no Coração da RTP1
Florestar Portugal 2012 from AMO Portugal on Vimeo.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Oficina de Moeda Alternativa (Porto) 10, 14 e 17 de Novembro
Oficina de Moeda Alternativa -
Dias 10, 14 e 17 de Novembro, no Porto. Uma organização Horta-lá! Permacultura Urbana
«10 de Novembro, Sábado, 15h-18h30
Moedas e Comunidades ~ Espaço Compasso (onde?)
14 de Novembro, 4ª feira, 22h
Trocais e Redes Comunitárias Online ~ Casa Viva (onde?)
Sessão hacktivista para a criação de uma plataforma de apoio ao sistema de trocas alternativo.
[Durante a semana, de 2ª a 6ª, decorrerão na Casa Viva as “nerd nights” às 21h30: sessões de desenvolvimento web para a criação de uma plataforma trocal.]
17 de Novembro, Sábado, 15h
Laboratório de Moeda Alternativa ~ Passeio das Virtudes (onde?)
Haverá distribuição de moletes porta-a-porta a partir das 8h, para moradores do quarteirão Torrinha, Cedofeita, Bombarda, Maternidade. Necessária inscrição!*
Em paralelo com a Feira de Trocas das Virtudes, a partir das 15h:
* A acção “Carro dos moletes” é uma iniciativa do artista plástico Manuel Horta.
Se vives entre as Ruas Torrinha, Breiner, Miguel Bombarda, Cedofeita e Largo da Maternidade, participa na primeira sessão desta oficina, a 10 de Novembro, e diz-nos quantos moletes gostarias de receber em casa no dia 17 de manhã através deste formulário!
Para mais informação escreve-nos para trocal at portolivre ponto net ou deixa uma mensagem na página de contactos do site Trocal Porto.»
Dias 10, 14 e 17 de Novembro, no Porto. Uma organização Horta-lá! Permacultura Urbana
«10 de Novembro, Sábado, 15h-18h30
Moedas e Comunidades ~ Espaço Compasso (onde?)
- Projecção do filme In Transition 1.0
- Apresentação Moeda, Economia e Comunidade: As funções da moeda na interligação entre economia e comunidade. As moedas predominantes e a moeda alternativa.
- Apresentação de exemplos de Moedas Alternativas no Estado Espanhol.
- Debate.
14 de Novembro, 4ª feira, 22h
Trocais e Redes Comunitárias Online ~ Casa Viva (onde?)
Sessão hacktivista para a criação de uma plataforma de apoio ao sistema de trocas alternativo.
[Durante a semana, de 2ª a 6ª, decorrerão na Casa Viva as “nerd nights” às 21h30: sessões de desenvolvimento web para a criação de uma plataforma trocal.]
17 de Novembro, Sábado, 15h
Laboratório de Moeda Alternativa ~ Passeio das Virtudes (onde?)
Haverá distribuição de moletes porta-a-porta a partir das 8h, para moradores do quarteirão Torrinha, Cedofeita, Bombarda, Maternidade. Necessária inscrição!*
Em paralelo com a Feira de Trocas das Virtudes, a partir das 15h:
- O que é a Economia Participativa? A propósito do lançamento do livro “PARECON, A Vida Depois do Capitalismo”, de Michael Albert (Editora 7nós). Apresentação de Júlio do Carmo Gomes
- Apresentação dos grupos de trabalho definidos no final do sábado anterior, seguida de debate
- Laboratório de criação, uso e saída de circulação de uma moeda alternativa
* A acção “Carro dos moletes” é uma iniciativa do artista plástico Manuel Horta.
Se vives entre as Ruas Torrinha, Breiner, Miguel Bombarda, Cedofeita e Largo da Maternidade, participa na primeira sessão desta oficina, a 10 de Novembro, e diz-nos quantos moletes gostarias de receber em casa no dia 17 de manhã através deste formulário!
Para mais informação escreve-nos para trocal at portolivre ponto net ou deixa uma mensagem na página de contactos do site Trocal Porto.»
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
"À Sombra de um Delírio Verde"
À Sombra de um Delírio Verde from Midiateca Copyleft on Vimeo.
Filme em inglês: The Dark Side of the Green
À Sombra de um Delírio Verde, 2011,um filme de An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu
«Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.
Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto.
Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.
Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.»
Fonte: Midiateca Copyleft
Mais sobre as injustiças e crimes contra os índios Kaiowá Guarani no Brasil aqui
Petição da Avaaz: Salvemos os índios Guarani-Kaiowá - URGENTE!
Petição da Avaaz: Salvemos os índios Guarani-Kaiowá - URGENTE!
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
"Como podemos alimentar o mundo de hoje e de amanhã?"
«Os maiores agentes da indústria alimentar - desde fabricantes de pesticidas e de fertilizantes até aos processadores de alimentos - gastam milhares de milhões de dólares todos os anos a vender a ideia de que precisamos dos seus produtos para alimentar o mundo. Mas, realmente precisamos da agricultura industrial para alimentar o mundo? Podem os alimentos cultivados de forma sustentável produzir a quantidade e qualidade de que precisamos - hoje e no futuro? O nosso primeiro filme “Food MythBusters“ (Caça-mitos dos Alimentos) responde a essas questões em menos de sete minutos. Então da próxima vez que você as ouvir, você também pode responder.»
Fonte: traduçao de Food MythBusters, filme de Anna Lappé
"Nada indica que precisamos de OGM para alimentar o mundo"
Depois da notícia de que "Alimentar o mundo sem pesticidas é possível", como conclui a jornalista e documentarista francesa Marie-Monique Robin, que percorreu o mundo para ouvir as opiniões de especialistas - de camponeses a engenheiros agrónomos (ver artigo em Zona Livre de OGM), investigadores afirmam que "Transgénicos não são solução para alimentar o mundo".
O artigo intitulado "La faim dans le monde, alibi pour le développement des OGM" veio publicado no jornal Liberation, em 18 de Outubro, e abaixo deixo traduzido (tradução minha, assim como os negritos e os links):
«A fome no mundo, alibi para o desenvolvimento dos OGM
Enquanto o Comité de Segurança Alimentar (FAO) se reuniu em Roma, esta semana, agrónomos e especialistas afirmam que os transgénicos não são uma solução para alimentar a humanidade.
Por: FRANÇOIS AFFHOLDER, investigador e agrónomo do Cirad (Centro de Cooperação Internacional de Pesquisa Agrícola para o Desenvolvimento); NICOLAS BRICAS, pesquisador e responsável pela missão sobre segurança alimentar no Cirad; BENOÎT DAVIRON, pesquisador em economia política no Cirad, EVE FOUILLEUX, diretora de pesquisas do CNRS
Os debates suscitados pela recente publicação de Séralini e seus colegas foram um pretexto para apresentar os OGM como uma potencial solução para a fome no mundo. Como agrónomos e especialistas em questões de segurança alimentar, não podemos deixar crer que os OGM são a maneira de alimentar a humanidade, seja ela de 9 mil milhões em 2050, ou 12 mil milhões em cenários mais pessimistas.
Na primeira linha dos benefícios esperados pelos OGM é destacada a sua potencial contribuição para o aumento da produção. Isto levanta a primeira questão: o problema da fome no mundo é realmente um problema de produção insuficiente? Como demonstrado por numerosos estudos sobre a insegurança alimentar, o problema é essencialmente o acesso aos alimentos pelos indivíduos, isto é, o acesso à terra ou aos rendimentos, e uma questão de democracia, muito antes de um problema de quantidade produzida. Os níveis de produção atuais já são suficientes para alimentar o mundo. Em média, é produzido por dia o equivalente a 4.972 calorias por habitante em todo o mundo na forma de colheitas, mas apenas cerca de metade (2.468 calorias por dia por habitante, em média) chega aos pratos dos consumidores do mundo. Grande parte dos alimentos produzidos são usados na pecuária intensiva, são transformads em biocombustíveis ou são desperdiçado, seja após a colheita, nos supermercados ou nas casas (1).
Uma segunda questão surge: são os OGM uma solução para produzir mais em países afetados pela insegurança alimentar? Observações nos campos dos agricultores de países em desenvolvimento mostram que os rendimentos obtidos não são limitados pelas características de espécies e das variedades que aí cultivam, mas principalmente pela reduzida utilização de fertilizantes orgânicos e minerais. Muitas vezes, é a falta de fertilização que promove a infestação das cultura por ervas daninhas e as torna suscetíveis às doenças. Portanto, já seria possível aumentar esses rendimentos simplesmente implementando os princípios clássicos de agronomia: a gestão da fertilidade do solo e rotação de culturas. Poder-se-ia mesmo ir mais longe na melhoria da produção com um melhor controle do funcionamento interno dos ecossistemas cultivados, sobretudo aproveitando as sinergias que existem entre as espécies biológicas, ao serviço de uma produção eficiente com baixo recurso a fertilizantes e pesticidas. Outras margens de manobra são igualmente importantes na gestão da água ou na melhoria do armazenamento pós-colheita.
Terceira pergunta: se já existem as tecnologias para aumentar a produtividade nessas áreas, por que não estão a ser implementadas por agricultores pobres? Precisamente porque eles são pobres e não dispõe do mínimo de recursos para investir na fertilidade dos seus solos em instalações para fazer melhor uso da água, em meios de armazenamento mais eficientes. De um modo geral, eles não têm a capacidade financeira que lhes permite, como fazem os agricultores dos países industrializados, para visar objetivos de produção elevados, remuneradoras da proteção contra o risco que estes objectivos implicam. Os mercados a que potencialmente podem aceder não pagam o suficiente pelo seu trabalho ou investimentos, ou são demasiado incertos, para poderem ter um efeito de incentivo. Além disso, o acesso ao crédito é muitas vezes difícil ou impossível.
Finalmente, as soluções mencionadas aqui provavelmente veriam os seus efeitos reforçados através do uso de variedades de plantas melhoradas, mas, mais uma vez, por outras técnicas disponíveis que não os OGM. As variedades melhoradas através da “clássica” seleção e/ou hibridização podem estar associadas a alterações no sistema de cultivo permitindo ajudar a aumentar a produção. Embora possa parecer antiquado para alguns, o clássico melhoramento das sementes tem uma dupla vantagem: é mais acessível para a maioria dos países do mundo e mais flexível para se adaptar às culturas numa multitude de contextos locais. Nada indica que precisamos de OGM para alimentar o mundo. No entanto, temos de dedicar tempo a pesquisar para pesar as vantagens, desvantagens e riscos, e colocar claramente a questão dos contextos económicos, políticos e sociais em que estas novas tecnologias estão mobilizadas.
(1) Fonte: Dorin B., 2012. Atualização para 2007 pelas estimativas publicadas em “Paillard S., Tréyer S., Dorin B. (Dir.), 2010. Agrimonde: scenarios et défis pour nourrir le monde en 2050, Quae, Versailles”»
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| Infografia obtida aqui |
«A fome no mundo, alibi para o desenvolvimento dos OGM
Enquanto o Comité de Segurança Alimentar (FAO) se reuniu em Roma, esta semana, agrónomos e especialistas afirmam que os transgénicos não são uma solução para alimentar a humanidade.
Por: FRANÇOIS AFFHOLDER, investigador e agrónomo do Cirad (Centro de Cooperação Internacional de Pesquisa Agrícola para o Desenvolvimento); NICOLAS BRICAS, pesquisador e responsável pela missão sobre segurança alimentar no Cirad; BENOÎT DAVIRON, pesquisador em economia política no Cirad, EVE FOUILLEUX, diretora de pesquisas do CNRS
Os debates suscitados pela recente publicação de Séralini e seus colegas foram um pretexto para apresentar os OGM como uma potencial solução para a fome no mundo. Como agrónomos e especialistas em questões de segurança alimentar, não podemos deixar crer que os OGM são a maneira de alimentar a humanidade, seja ela de 9 mil milhões em 2050, ou 12 mil milhões em cenários mais pessimistas.
Na primeira linha dos benefícios esperados pelos OGM é destacada a sua potencial contribuição para o aumento da produção. Isto levanta a primeira questão: o problema da fome no mundo é realmente um problema de produção insuficiente? Como demonstrado por numerosos estudos sobre a insegurança alimentar, o problema é essencialmente o acesso aos alimentos pelos indivíduos, isto é, o acesso à terra ou aos rendimentos, e uma questão de democracia, muito antes de um problema de quantidade produzida. Os níveis de produção atuais já são suficientes para alimentar o mundo. Em média, é produzido por dia o equivalente a 4.972 calorias por habitante em todo o mundo na forma de colheitas, mas apenas cerca de metade (2.468 calorias por dia por habitante, em média) chega aos pratos dos consumidores do mundo. Grande parte dos alimentos produzidos são usados na pecuária intensiva, são transformads em biocombustíveis ou são desperdiçado, seja após a colheita, nos supermercados ou nas casas (1).
Uma segunda questão surge: são os OGM uma solução para produzir mais em países afetados pela insegurança alimentar? Observações nos campos dos agricultores de países em desenvolvimento mostram que os rendimentos obtidos não são limitados pelas características de espécies e das variedades que aí cultivam, mas principalmente pela reduzida utilização de fertilizantes orgânicos e minerais. Muitas vezes, é a falta de fertilização que promove a infestação das cultura por ervas daninhas e as torna suscetíveis às doenças. Portanto, já seria possível aumentar esses rendimentos simplesmente implementando os princípios clássicos de agronomia: a gestão da fertilidade do solo e rotação de culturas. Poder-se-ia mesmo ir mais longe na melhoria da produção com um melhor controle do funcionamento interno dos ecossistemas cultivados, sobretudo aproveitando as sinergias que existem entre as espécies biológicas, ao serviço de uma produção eficiente com baixo recurso a fertilizantes e pesticidas. Outras margens de manobra são igualmente importantes na gestão da água ou na melhoria do armazenamento pós-colheita.
Terceira pergunta: se já existem as tecnologias para aumentar a produtividade nessas áreas, por que não estão a ser implementadas por agricultores pobres? Precisamente porque eles são pobres e não dispõe do mínimo de recursos para investir na fertilidade dos seus solos em instalações para fazer melhor uso da água, em meios de armazenamento mais eficientes. De um modo geral, eles não têm a capacidade financeira que lhes permite, como fazem os agricultores dos países industrializados, para visar objetivos de produção elevados, remuneradoras da proteção contra o risco que estes objectivos implicam. Os mercados a que potencialmente podem aceder não pagam o suficiente pelo seu trabalho ou investimentos, ou são demasiado incertos, para poderem ter um efeito de incentivo. Além disso, o acesso ao crédito é muitas vezes difícil ou impossível.
Finalmente, as soluções mencionadas aqui provavelmente veriam os seus efeitos reforçados através do uso de variedades de plantas melhoradas, mas, mais uma vez, por outras técnicas disponíveis que não os OGM. As variedades melhoradas através da “clássica” seleção e/ou hibridização podem estar associadas a alterações no sistema de cultivo permitindo ajudar a aumentar a produção. Embora possa parecer antiquado para alguns, o clássico melhoramento das sementes tem uma dupla vantagem: é mais acessível para a maioria dos países do mundo e mais flexível para se adaptar às culturas numa multitude de contextos locais. Nada indica que precisamos de OGM para alimentar o mundo. No entanto, temos de dedicar tempo a pesquisar para pesar as vantagens, desvantagens e riscos, e colocar claramente a questão dos contextos económicos, políticos e sociais em que estas novas tecnologias estão mobilizadas.
(1) Fonte: Dorin B., 2012. Atualização para 2007 pelas estimativas publicadas em “Paillard S., Tréyer S., Dorin B. (Dir.), 2010. Agrimonde: scenarios et défis pour nourrir le monde en 2050, Quae, Versailles”»
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