segunda-feira, 3 de outubro de 2016

10 mil milhões - o que pomos no prato?

Foi emitido hoje, na RTP3, o excelente documentário "10 mil milhões - o que pomos no prato?" (de Valentin Thurn, Alemanha, 2015).    Está prevista a sua exibição novamente no dia 10 de outubro  às 03:25 na RTP1. A hora é pouco aconselhável, mas recomendo que grave e veja.

Depois de dar voz às grande multinacionais, como a Bayer, que justificam os seus métodos e transgénicos com a fome no mundo, o documentário desmente esta teoria com a realidade, dando voz aos que realmente estão a fazer alguma coisa de real para alimentar os que mais precisam.

Inclui os testemunhos de Rob Hopkins sobre a primeira cidade em Transição (Totnes) e de Mary Clear,  da Comuinidade "Incredible Edible" de Todmorden, ambos no Reino Unido. Mas também muitos outros que merecem ser ouvidos.

Não perca!

Sobre o mesmo assunto, e relacionado também com a compra da Monsanto pela Bayer, recomendo a leitura do artigo de Virgílio Azevedo, no Expresso "A Semente do Mal"



Sinopse:


«Prevê-se que, em 2050, a população do mundo ultrapasdsará os 10 mil milhões. De acordo com a indústria alimentar e uma série de especialistas, este aumento enorme em relação aos sete mil milhões de hoje irá contribuir para uma grave escassez de alimentos. 

Na sua procura por soluções para este problema agudo, o cineasta, autor de best-sellers e auto-proclamado “food fighter” Valentin Thurn viaja pelo mundo em busca de alternativas ecologicamente e economicamente responsáveis ​​aos meios massivos pelos quais a maioria dos nossos alimentos são produzidos atualmente. 

Isso inclui uma visita a um banco de sementes na Índia, onde a população local afirma que as suas próprias variedades de culturas são muito mais resistentes às frequentes inundações do que as culturas geneticamente modificadas de multinacionais como a Bayer e Monsanto.

Na Tailândia, ele visita uma fazenda de insetos. Ele também  segue várias iniciativas privadas e projetos de agricultura urbana nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. Todos aqueles com quem fala, defendem a agricultura de pequena escala e comer alimentos produzidos localmente sempre que possível. De acordo com Thurn, estas são as únicas opções viáveis ​​para resolver os problemas do futuro.»




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