sábado, 30 de março de 2013

O que é um OGM?



Vídeo legendado em português. Original em http://www.youtube.com/watch?v=KXbwQy

«Aos seus amigos que ainda acham que alimentos geneticamente modificados são tão naturais quanto respirar, envie-lhes este vídeo "O que é um OGM?", (um trecho de Roleta Genética - O Jogo das Nossas Vidas) para aprenderem sobre a cabra-aranha, o porco com pele de vaca e outras maneiras como os cientistas da biotecnologia querem substituir a natureza.»

Extrato do documentário "Roleta Genética - O Jogo das Nossas Vidas" (Genetic Roulette — The Gamble of Our Lives): http://geneticroulettemovie.com.

domingo, 24 de março de 2013

Islândia - a democracia acima dos interesses financeiros

"Entre a democracia e os interesses financeiros temos de escolher a democracia
Olafur Grimmson (daqui)

Imagem de Reuters obtida aqui
Em janeiro passado, em Davos,  perguntaram ao presidente da Islândia, Olafur Ragnar Grimmson,  "porque é que a Islândia teve uma recuperação tão forte após o seu completo colapso financeiro em 2008, enquanto o resto do mundo ocidental luta com uma recuperação que não tem pernas para andar". Esta é parte da resposta que deu:

"… Fomos suficientemente sábios para não seguir as tradicionais ortodoxias prevalecentes do mundo financeiro ocidental nos últimos 30 anos. Introduzimos controles de divisas, deixámos os bancos falirem, proporcionámos apoio aos pobres e não introduzimos medidas de austeridade como você está a ver aqui na Europa. ...

... Por que é que os bancos são considerados as igrejas sagradas da economia moderna? Por que é que bancos privados não são como companhias aéreas e de telecomunicação às quais é permitido irem à bancarrota se tiverem sido dirigidas de um modo irresponsável? A teoria de que você tem de salvar bancos é uma teoria em que você permite aos banqueiros desfrutaram em seu próprio proveito o seu êxito e deixa as pessoas comuns arcarem com os seus fracassos através de impostos e austeridade. O povo em democracias esclarecidas não vai aceitar isso no longo prazo. ...
                                                                                                                            Fonte: Resitir.info



sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia mundial da água 2013 - remunicipalização

Enquanto o governo de Portugal e a Comissão Europeia fazem tudo para nos impor a privatização da água, várias cidades do mundo onde a água foi privatizada constataram o erro e conseguiram reverter a situação remunicipalizando a água (ver vídeo a seguir). Bem a propósito do Dia Mundial da Água (22 de março) e do Ano Internacional de Cooperação pela Água (2013), e da Década Internacional para Ação “Água, Fonte de Vida” (2005-2015).
Da minha parte,  não vislumbro em que parte privatizar tem a ver com cooperar, pois parecem-me antónimos! 



Se acha que a gestão da água deve ser pública, assine:
Veja o caso de Barcelos e Marco de Canaveses no blogue O Único Planeta que Temos, no post de hoje também dedicado à água: Privatização da Água Desastrosa para os Portugueses

"Volta Grande do Xingu"

"Volta Grande do Xingu", um poema de Luciano Gouveia de Moraes Silva, 13 anos, através de Amazon Watch:



Saiba mais sobre a destruição que a barragem de Belo Monte está a causar na Amazónia em Xingu Vivo, no vídeo de James Cameron "Uma mensagem de Pandora", e neste blogue em:

quarta-feira, 20 de março de 2013

"Nossos filhos vão nos acusar"

"Hoje, as crianças são as principais vitimas da ação destrutiva do homem sobre a natureza. Pesquisas mostram que 70% dos casos de câncer estão relacionados ao ambiente, dos quais 40% derivam da poluição e 30% da alimentação. A cada ano, a incidência de câncer na infância aumenta 1,1% na França. Para mudar este quadro e salvar as crianças do futuro incerto que as espera, as iniciativas infelizmente ainda são poucas. Mas numa pequena cidade no sul da França, o prefeito decide resistir à indústria agro-química e instituir na cantina da escola a alimentação a base de alimentos orgânicos." (sinopse obtida aqui)

Num triste dia em que uma criança de 4 anos, aqui de Famalicão, perdeu a batalha que travava há dois anos com a leucemia, volta aqui (agora completo) o documentário francês de Jean-Paul Jaud, 2008, com o título original "Nos Enfants Nous Accuseront":

segunda-feira, 18 de março de 2013

"A Estrutura Ecológica da Cidade-Região" - Arq. Ribeiro Telles

É com muito gosto e com muita honra que o blogue Sustentabilidade é Acção apresenta a estreia on-line de um filme com o Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles. Trata-se sua intervenção sob o tema "A Estrutura Ecológica da Cidade-Região" destinada ao Seminário "Espaços Verdes - Património a Recuperar", que ocorreu em 2004, em Vila Nova de Famalicão.

O filme foi gravado e produzido em 2003 pela empresa famalicense "Mesquita Guimarães Agroflorestal Lda", organizadora do seminário, e a quem agradeço a permissão para divulgação bem como a honra de fazer a estreia on-line.  Uma bela prenda para o 4 aniversário deste blogue! Obrigada!

O vídeo passou também no espaço de tertúlias da feira “A Casa Ideal Reabilitar” que ocorreu de 8 a 17 de março de 2013 no Lago Discount, Ribeirão, Vila Nova de Famalicão. 





O Arq. Gonçalo Ribeiro Telles tem passado a sua vida a defender a natureza e a qualidade de vida dos cidadãos. A defender a cidade como uma estrutura sustentável que integra a natureza, a agricultura, a cultura e valores ancestrais, proporcionando uma vida mais sã e feliz aos cidadãos. A sua abordagem ao planeamento, em vez de fragmentar e separar ou segregar, integra a natureza e as atividades humanas como um todo – a cidade região. Propõe redes contínuas de espaços verdes que proporcionam a sustentabilidade e estruturam o território. Na cidade, a natureza na sua vertente humanizada (sebes, socalcos, percursos, lugares amenos, agricultura) encontra-se com a natureza silvestre e autóctone (a mata, as espécies espontâneas).


Imagem obtida do filme
Hoje em dia, tal como refere no filme, a estrutura ecológica é já reconhecida na legislação de ordenamento do território, como uma “infraestrutura” verde, rede contínua de corredores verdes, onde são acauteladas as funções ecológicas, a circulação de água, a paisagem e elementos culturais, a mobilidade sustentável, e mesmo a produção.  

Senão, vejamos algumas das suas funções:

Manutenção /recuperação da biodiversidade
- conservação e recuperação de habitats
- permitir o refúgio, circulação e nidificação de espécies autóctones e migratórias
- permitir o ciclo de nutrientes
Proteção contra riscos naturais ou artificiais
- proteção contra a erosão
- filtro natural para a poluição da água (melhoria da qualidade da água)
- purificação do ar e fixação de poeiras (melhoria da qualidade do ar)
- proteção dos ventos (maior conforto)
- regularização térmica e da luminosidade (maior conforto)
- circulação e infiltração de águas pluviais (menos riscos de cheias e inundações)
Melhor qualidade de vida dos cidadãos
- maior conforto climático
- melhor saúde através do desporto, qualidade do ar e da água
- preservação de património histórico e cultural
- valorização da qualidade e estética da paisagem
- espaços de recreio, lazer e desporto ao ar livre
- possibilidade de contemplação e ligação à natureza (bem estar e melhor saúde mental)
Contribuição para a resiliência económica
- contribuição para o abastecimento alimentar em produtos frescos (hortas urbanas)
- produção agrícola sustentável (de regadio, vinhas, olivais, pomares, …)
- produção florestal sustentável (lembro que eucaliptal não é floresta nem é sustentável)
- melhoria da fertilidade do solo, e assim, melhoria da eficiência na produção

Imagem obtida do filme
Mas mais do que "mais uma" infraestrutura, a estrutura ecológica deve ser a base do ordenamento do território, se de facto existe a busca pela sustentabilidade e o respeito pela natureza. Como diz o arq. Ribeiro Telles, a cidade deve estar no campo e o campo na cidade. Porque nós, seres humanos, naturais e sociais, precisamos destas duas facetas; aqui, ao nosso lado. 

Obrigada, arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles!

sexta-feira, 15 de março de 2013

"Abuela Grillo" - A quem pertence a água?

"Abuela Grillo" é uma animação sobre o direito à água, e já cá está neste blogue desde 2010. Mas com a privatização da água à vista em Portugal, está na hora de voltar.

Produzida por um grupo de animadores bolivianos na "The Animation Workshop", em Viborg, Dinamarca, combina uma fábula Ayorea com a Guerra da Água, ocorrida em Cochabamba (Bolívia), em 2000, na sequência da privatização da água.

Resumo da lenda Ayorea: A avó dos ayoreos, um grilo chamado Direjná, era a dona da água, e onde ela estava, estava também a chuva. Seus netos cansados da água que inundava os campos, pediram-lhe que se fosse embora ... e assim começou o calor e a seca. A Abuela Grillo decidiu então enviar chuva do céu cada vez que alguém contava a sua história.

quinta-feira, 14 de março de 2013

4 anos, meio milhão de visitas

Hoje é o dia do 4º aniversário deste  Sustentabilidade é Acção, um blogue que apenas pretende ajudar um pouco a abrir consciências para o estado insustentável desta nossa civilização.  Fazendo um balanço, o número de visitantes e seguidores dizem-me que, por vossa causa, tem valido a pena continuar:
  • 530.000 visitas - das quais, quase metade (250.000) no último ano
  • 854 seguidores através do Blogger 
  • 527 seguidores no NetworkedBlogs
  • 7120 seguidores da página do Facebook - dos quais, mais de 4000 aderiram no último ano 
  • 808 seguidores no Twitter
  • 144 seguidores na recente rede Google+ 

São os visitantes e os seguidores deste blogue que me têm impedido de parar, pois a aprendizagem e prática de permacultura e agricultura biológica, bem como a organização e participação em atividades do Grupo Famalicão em Transição ocupam grande parte do meu tempo "livre".

Com mais ou menos disponibilidade e com muitas falhas de inspiração, tento prosseguir por aqui de algum modo, embora cada vez menos com mensagens integralmente escritas por mim. No entanto, sempre que posso, divulgo o que considero importante para a ação e reflexão sobre o mundo em que vivemos, tão belo e tão cheio de doenças tristemente causadas pela nossa espécie. A vontade de partilhar supera, muitas vezes, qualquer falta de tempo.

A ação pela sustentabilidade é o mote deste blogue, mas não adianta querer agir antes de entender porquê e como. E é aí, que espero que este blogue tenha ajudado e possa continuar a ajudar.

Muito obrigada a todos aqueles que têm comentado, visitado, seguido e divulgado este blogue, pois são quem lhe dá vida. 

terça-feira, 12 de março de 2013

CITES - Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção

Enquanto ainda decorre a 16º Conferência sobre a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção, em Banguecoque, na Tailândia (3 a 14 de março), divulgo um pouco da informação sobre esta convenção conhecida por CITES  (Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora):

«A Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção, também conhecida como Convenção de Washington ou CITES, é um acordo internacional ao qual os países aderem voluntariamente, envolvendo atualmente um total de 177. O seu objetivo é o de assegurar que o comércio de animais e plantas não ponha em risco a sua sobrevivência no estado selvagem.


A CITES atribui diferentes graus de proteção a cerca de 34.000 espécies (cerca de 5 mil de animais e 29 mil de plantas), inscritas em três anexos (I, II e III) consoante o grau de proteção. 

A União Europeia possui regras mais restritivas do que as indicadas pela convenção, regendo-se por um regulamento que distribui as espécies em quatro anexos A, B, C e D. » (ver aqui)

«A importação de espécimes, partes ou produtos de animais ou plantas inscritas no anexo I A da Convenção é proibida, podendo constituir infração ou crime ainda que, por vezes, se encontre à venda, em alguns países, nomeadamente, africanos e asiáticos.»


Imagem daqui
Entretanto, e com uma ajuda de uma petição com quase 1 milhão de assinaturas, a  primeira-ministra tailandesa comprometeu-se a acabar com o comércio de marfim, na Tailândia, que, segundo a Avaaz, é "o maior mercado não-regulamentado de marfim do mundo e um dos maiores impulsionadores do tráfico ilegal".

Aqui fica a tradução de uma parte do discurso da primeira-ministra da Tailândia, Yingluck Shinawatra nesta CoP16. Esperamos que não se trate apenas de palavras ocas:

«Senhoras e Senhores,

Como estão na Tailândia, gostaria de aproveitar esta oportunidade para focar os elefantes, pois eles são muito importante para a cultura tailandesa. Ao longo da nossa história, os elefantes têm sido os pilares do desenvolvimento da nossa nação. No passado, nossos reis usaram elefantes para defender a nossa independência. Nos tempos modernos, a família real tailandesa, e em particular, Sua Majestade a Rainha, tem desempenhado um papel de liderança em Projetos Reais que devolvem os elefantes à sua casa natural. É por isso que o elefante aparece em nossas bandeiras nacionais e algumas delas ainda são oficialmente utilizados pela Royal Thai Navy e por Embaixadores tailandeses.

Imagem daqui
Além de ser parte da cultura tailandesa, é natural que nós protejamos os elefantes, simplesmente porque devemos respeitar todas as formas de vida e seu habitat natural. Assim como os humanos, os elefantes também têm sentimentos e emoções, por isso, precisamos ser mais cuidadosos na nossa relação com os elefantes. É por isso que precisamos aumentar o número de elefantes que vivem em seu habitat natural. Estamos a implementar as nossas obrigações CITES, cooperando para combater o tráfico internacional de marfim.

Infelizmente, muitos têm usado a Tailândia como um país de trânsito para o comércio ilegal de marfim internacional.

As medidas do governo para resolver este problema são as seguintes;
• Em primeiro lugar, o Governo tem desenvolvido esforços na cooperação aduaneira com países estrangeiros, o que ajudou a limitar o contrabando de marfim de elefantes africanos.
• Em segundo lugar, estamos a aplicar rigorosamente os quadros legais em vigor, limitando o fornecimento de produtos de marfim somente para aqueles feitos de elefantes domésticos que é legal ao abrigo da legislação atual. Elefantes domésticos também são legais para o uso como meio de transporte local em áreas de florestas montanhosas. Isto pode ser feito através da aplicação de registo completo de elefantes domésticos e de produtos de marfim e, assim, expondo ainda mais o comércio ilegal de marfim e produtos.
• Em terceiro lugar, como um próximo passo, vamos trabalhar no sentido da alteração da legislação nacional com o objetivo de pôr fim ao comércio de marfim e de estar em sintonia com as normas internacionais. Isso ajudará a proteger todas as formas de elefantes, incluindo elefantes selvagens e domésticos da Tailândia e os da África.

Uma vez mais, devo salientar que ninguém se preocupa mais com elefantes do que o povo tailandês. Estamos preparados para trabalhar em parceria com todas as partes interessadas, e formar a sociedade civil e comunidades locais como membros da CITES.

Um mundo mais seguro para a vida selvagem e as espécies ameaçadas de extinção continua a ser a nossa meta comum. Estou confiante de que a nossa cooperação e compromisso com a proteção da vida selvagem, esta CoP 16 CITES será bem sucedida. Obrigada.»

segunda-feira, 11 de março de 2013

Os fantasmas andam por aí

Para uns, foi um ditador, para outros, foi um herói. Goste-se ou não se goste do homem, merece ser ouvido o discurso que Hugo Chávez proferiu na COP15, Conferência da ONU sobre Alterações Climáticas, em Copenhaga, dezembro de 2009. Nem endeusar, nem endemoninhar, apenas ouvir. Porque os fantasmas andam aí:

domingo, 10 de março de 2013

Sobre este blogue

Perto de chegar ao 4º aniversário, resolvi escrever sobre a razão de existir deste blogue e a sua missão(no dia 14 direi porque ainda continua a existir):

A missão deste blogue é contribuir para a informação e reflexão sobre a necessidade de mudança de cada um e de todos, no sentido de ajudarem a construir um mundo melhor, mais limpo e mais justo, onde o respeito pela natureza e pelos outros seja a base da sociedade humana.

Para tal, são divulgados conteúdos, a maioria externos, que questionam aquilo que muitas vezes são considerados "dados adquiridos", heranças de uma cultura baseada na economia globalizada e predadora de recursos naturais, que urge mudar na defesa das gerações futuras e da natureza.

São também divulgados exemplos e informações destinados a demonstrar a mudança que já ocorre em tantas pessoas, locais, comunidades. No que respeita à ação, este blogue é complementado pelo no blogue "irmão" Agir pela Sustentabilidade, dedicado a dicas e aos bons exemplos que merecem ser seguidos, onde a colaboração da Sónia da Veiga tem sido preciosa e fundamental.

Os temas abordados são relacionados com ambiente, sustentabilidade, agricultura biológica, permacultura, construção sustentável, economia e sociedade, entre outros. E porque se tem falado tanto de "economia" e "capitalismo" por aqui? porque ao longo destes anos dedicados à temática do ambiente e sustentabilidade cheguei à conclusão que o grande causador da insustentabilidade atual é o modelo económico ocidental que se globalizou, e que se tornou num sistema predador de recursos e da dignidade humana. 

No entanto, não acredito que as grandes multinacionais, ou os governos que elas manipulam e controlam, queiram mudar o estado insustentável do planeta. Acredito sim, que a mudança terá de partir de cada um e de todos, de baixo para cima. E se não for a bem e gradual, será a mal e de repente (o colapso)! Por isso, as "frases célebres" que parafraseio por aqui, resumem-se a duas:

"Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco."
Edmund Burke (1729-1797)

"Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas motivadas e comprometidas possa mudar o mundo. Na verdade é a única coisa que o faz."
Margaret Mead (1901-1978)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mães de Transição

Este ano o Dia da Mulher por aqui é dedicado ao Grupo Mães de Transição, uma excelente ideia catalisadora de partilhas, de convívio, de uma vida mais próxima da natureza e uns dos outros, de amizade e de um futuro mais verdadeiro.

A não perder a reportagem e entrevista sobre as Mães de Transição que passou na TVI no dia 4, no programa "A Tarde é Sua", e onde participaram a Sónia Da Veiga, co-autora do blogue parceiro Agir pela Sustentabilidade (entre outros),  a Sofia Passos, iniciadora do projeto Mães de Transição, e com a participação (na reportagem) da Sílvia Floresta que pratica e ensina permacultura, também a crianças, na Quinta dos Sete Nomes.
(ver aqui)
  
E para saber mais detalhes de como funciona esta fantástica rede, visite a página Mães de Transição, donde retirei os seguintes textos (a azul):

«Mães de Transição é uma rede de apoio mútuo, numa cultura de proximidade, entre Mães que apostam num processo de Transição como sugerido pela transitionnetwork.org e pela ética da Permacultura segundo David Holmgren.» (mais em Sobre nós)

«As Mães de Transição é um projecto feito de todas para todas. Não somos uma organização ou um projecto com actividades para Mães. Somos as próprias Mães encontrando-se, ou desenvolvendo juntas com as nossas crianças e muitas vezes com as nossas famílias e amigos as famílias alargadas de apoio mútuo, enquadramento seguro e construtivo com que sempre sonhámos.» (mais em Como funciona)

Imagem de Correio da Manhã
«Para pertencer não é preciso ser mãe. Basta ser mulher e sentir o impulso de cuidar. Cuidar de si mesma, das pessoas, da vida e da terra. Cada mãe de Transição é família com todas as outras, mães, irmãs, tias, avós... todas com muito para dar e receber. É isso que construímos e a realidade a que queremos pertencer.» (mais aqui)

O projeto tem crescido, e conta já com cerca de 500 mães de transição espalhadas pelo país em grupos maiores ou mais pequenos. 

Para além desta passagem na TVI também já foi publicado um artigo no Correio da Manhã.

Foi com muito orgulho que vi a Sónia a dar a cara e a emprestar a alma a esta bela iniciativa!

Parabéns e força, Sónia, Sofia, e a todas as MÃES DE TRANSIÇÃO! Continuem a desbravar o bom caminho!

(Nota: este mensagem é semelhante à publicada no dia 5/3/2013 no blogue parceiro Agir pela Sustentabilidade)

quarta-feira, 6 de março de 2013

O Agricultor Rebelde

Vi este documentário em 2010 quando estive na Maia a assistir a uma palestra com o próprio Agricultor Rebelde, Sepp Holzer (ver aqui). Aí o filme estava legendado, mas até hoje não consegui arranjar com legendas para publicação. De qualquer modo, aqui fica o filme em inglês (versão com locução em espanhol aqui):


O Agricultor Rebelde - Realização: Bertram Verhaag | Produção: Bertram Verhaag | 2001 | Sinopse:

«Sepp Holzer, o agricultor e silvicultor austríaco pratica "permacultura" na sua propriedade na montanha. Ele tem muito sucesso com este método de agricultura biológica, e é muito convincente. Contrariamente a todas as regras convencionais e, apesar de temperaturas médias anuais de 4,5 ° C e uma altitude entre 900-1400m, ele cultiva cerejas, maçãs, cogumelos, kiwis, limões, abóboras, batatas e courgetes

domingo, 3 de março de 2013